- Então gente, o amigo oculto vai ser assim: cada um traz um presente e a gente tira os nomes na hora.
- E qual é o valor?
- Até 10 Reais. O que vocês acham?
- Legal. Mas e como a gente vai saber o que comprar?
- Tem que comprar uma coisa genérica, um presente bissexual.
- Bissexual?!
- É. Que dá para homem e para mulher.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
The book is on the table
Como saber se o seu aluno vai passar no teste de inglês em menos de 10 segundos:
- Vai preenchendo o seu nome na folha do teste enquanto eu vou ali entregar esse papel na secretaria.
- Tá, mas é pra preencher o nome em inglês?
- Vai preenchendo o seu nome na folha do teste enquanto eu vou ali entregar esse papel na secretaria.
- Tá, mas é pra preencher o nome em inglês?
terça-feira, 7 de junho de 2011
Mundo Digital
...Perdidos no caminho de um churrasco.
- Onde é a casa da fulana?
- Eu sei mais ou menos onde é...
- Então me dá o endereço para eu botar no GPS.
- Ahn... é que eu não tenho...
- Você não recebeu o e-mail dela?
- Sim, recebi, mas a minha impressora estava sem tinta e agora o meu celular tá sem bateria e eu não consigo olhar na internet.
- E PORQUE VOCÊ NÃO ANOTOU O ENDEREÇO NUM PAPEL, UTILIZANDO UMA CANETA????
- Ahn é, né? Nem lembrei disso.
Tecnologia 1, Ser Humano 0.
- Onde é a casa da fulana?
- Eu sei mais ou menos onde é...
- Então me dá o endereço para eu botar no GPS.
- Ahn... é que eu não tenho...
- Você não recebeu o e-mail dela?
- Sim, recebi, mas a minha impressora estava sem tinta e agora o meu celular tá sem bateria e eu não consigo olhar na internet.
- E PORQUE VOCÊ NÃO ANOTOU O ENDEREÇO NUM PAPEL, UTILIZANDO UMA CANETA????
- Ahn é, né? Nem lembrei disso.
Tecnologia 1, Ser Humano 0.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Leitura na Escola
A professora de português do meu irmão de 14 inventou um programa que tendencialmente aumenta os hábitos de leitura das crianças. Quer dizer, não sei se ela inventou. Talvez tenha copiado essa ideia de uma época pré-internet, onde essa ideia realmente funcionaria.
O negócio é o seguinte: todos os meses cada aluno tem que levar para a escola um livro que pretende ler durante aquele mês. Ele chega na aula com o livro, lê a contracapa e cerca de duas páginas e depois se compromete a ler o dito cujo. No final do mês, para mostrar que leu, tem que entregar para a professora um resumo do livro em duas páginas A4.
No primeiro mês o meu irmão assaltou a minha biblioteca e levou o "Capitães de Areia". A professora achou muito bonito que ele lesse um mestre da literatura brasileira. E ficou muito impressionada com o resumo que ele fez, copiado quase integralmente da Wikipédia.
*Pausa para lembrar a infância nos anos 80*
Eu sou do tempo que você fazia trabalhos em cartolinas e folhas de papel almaço. Que quando errava, tinha que começar tudo do zero. E ia para a biblioteca fazer pesquisas em enciclopédias. Nessa época os trabalhos de grupo eram bem mais divertidos. Hoje, com a internet, basta uma boa pesquisa porque, se existe, está no Google.
*De volta para o futuro*
Ontem a minha mãe foi chamada na escola do meu irmão. O que nós estranhamos, porque o meu irmão, apesar de preguiçoso, é bom aluno e se comporta bem. E ele chega em casa, rindo. A minha mãe lança ares de reprovação para mim. PARA MIM!!!
- O que aconteceu, Bê?
- Foi por causa do livro desse mês. *Diz ele, rindo*
- É que eu levei para a escola um livro teu que era fininho e tinha um título legal. Aí quando eu comecei a ler para a turma eu tive que parar...
- Por quê?
- Ah você sabe... Aí a professora tomou o livro da minha mão e começou a ficar vermelha e mandou eu sentar e chamou a minha mãe.
- Mas que raio de livro era esse?
- A Casa dos Budas Ditosos.
Ploft. Morri.
Bom, mas tendo em conta o interesse que o meu irmão apresentou para realmente ler este livro... Podemos dizer que a estratégia da professora foi um sucesso!
O negócio é o seguinte: todos os meses cada aluno tem que levar para a escola um livro que pretende ler durante aquele mês. Ele chega na aula com o livro, lê a contracapa e cerca de duas páginas e depois se compromete a ler o dito cujo. No final do mês, para mostrar que leu, tem que entregar para a professora um resumo do livro em duas páginas A4.
No primeiro mês o meu irmão assaltou a minha biblioteca e levou o "Capitães de Areia". A professora achou muito bonito que ele lesse um mestre da literatura brasileira. E ficou muito impressionada com o resumo que ele fez, copiado quase integralmente da Wikipédia.
*Pausa para lembrar a infância nos anos 80*
Eu sou do tempo que você fazia trabalhos em cartolinas e folhas de papel almaço. Que quando errava, tinha que começar tudo do zero. E ia para a biblioteca fazer pesquisas em enciclopédias. Nessa época os trabalhos de grupo eram bem mais divertidos. Hoje, com a internet, basta uma boa pesquisa porque, se existe, está no Google.
*De volta para o futuro*
Ontem a minha mãe foi chamada na escola do meu irmão. O que nós estranhamos, porque o meu irmão, apesar de preguiçoso, é bom aluno e se comporta bem. E ele chega em casa, rindo. A minha mãe lança ares de reprovação para mim. PARA MIM!!!
- O que aconteceu, Bê?
- Foi por causa do livro desse mês. *Diz ele, rindo*
- É que eu levei para a escola um livro teu que era fininho e tinha um título legal. Aí quando eu comecei a ler para a turma eu tive que parar...
- Por quê?
- Ah você sabe... Aí a professora tomou o livro da minha mão e começou a ficar vermelha e mandou eu sentar e chamou a minha mãe.
- Mas que raio de livro era esse?
- A Casa dos Budas Ditosos.
Ploft. Morri.
Bom, mas tendo em conta o interesse que o meu irmão apresentou para realmente ler este livro... Podemos dizer que a estratégia da professora foi um sucesso!
domingo, 25 de julho de 2010
Encontros imediatos de 3º grau
Já há muito tempo que eu não me envergonho aqui no blog, não é? Mas não é que eu tenha perdido o dom de me meter em situações patéticas, é só que faltava tempo e inspiração para contar. Essa história é velhinha, do ano passado, mas outro dia me peguei dando muita risada ao contá-la a uns amigos.
O que aconteceu foi o seguinte, eu estava saindo com um cara... Oh, sim, tinha que ter um "cara" no meio da história. E agora vocês já devem estar se perguntando qual era o defeito que esse tinha. Calma gente, defeito ele tinha, mas até nem é relevante para a historia.
Como ele morava no centro de Lisboa, ele frequentemente me chamava para dormir na casa dele, para eu não ter que ir para casa e dirigir com sono a altas horas da madrugada. Ele era uma alma caridosa que zelava pelo meu bem estar. O programa era o típico jantar + balada ou jantar + cinema. Resultado, a gente sempre chegava na casa dele por volta das três, quatro da manhã.
Como ele dividia o apartamento com uma mulher, eu sempre tive o cuidado de fazer o mínimo de barulho possível para não incomodar. Mamãe me deu educação, viram? Nós chegávamos, tomávamos banho - um de cada vez porque o quarto dela era do lado do banheiro - e depois íamos dormir.
Ela sempre saía para o trabalho antes da gente acordar. Ou seja, mesmo tendo dormido lá umas 7 ou 8 vezes, nunca tinha encontrado com a fulana. Não é que eu me incomodasse com isso. Ok, incomodava um pouquinho. Porque é estranho você estar na casa de outra pessoa várias vezes sem nunca a ter visto.
Aí um dia voltamos de não sei onde e eu fui tomar banho primeiro, como era costume. Fechei a porta e, só depois de estar dentro do chuveiro, pronta para sair do banho, me dei conta que eu tinha esquecido de levar a toalha.
Eu não ia gritar pelo fulano. Como eu falei, tínhamos que ser silenciosos para não acordar a companheira de casa dele.
"Não há problema! Eu sacudo o corpo um pouco para tirar o excesso de água e dou uma corridinha até ao fundo do corredor", pensei eu.
Ia ser muito azar se a companheira de casa dele acordasse nesse exacto momento e desse de cara comigo correndo pelada pelo apartamento nos 5 segundos que separavam o wc do quarto do benzão.
"Vou arriscar."
Sequei os pés no tapete do banheiro para não correr o risco de escorregar e rodei a maçaneta para abrir a porta. Puxei a porta... E vocês agora se perguntam: o que aconteceu?
Nada. Nadinha.
A porta não abriu.
Rodei de novo a maçaneta. A porta não cedeu nem um milímetro. Ah claro, esqueci que tinha trancado a porta. Rodei a chave. Ou melhor, tentei rodar a chave. Ela não se mexeu.
Isso foi uma lição que eu aprendi para a minha vida, sabem? Quando você acha que estar num banheiro estranho sem toalha é ruim, a situação pode piorar. Porque você pode ficar trancada num banheiro estranho sem toalha.
Primeiro eu esperei pacientemente o fulano aparecer. Claro, ele ia deixar de ouvir o barulho da água a correr e viria para o banheiro tomar o banho dele. Só que (e agora entra a Lei de Murphy) foi justamente neste dia o bofescândalo bebeu um pouquinho a mais e apagou no quarto enquanto eu estava no banho.
Ao fim de uns 10 minutos - que do lado de cá da porta pareceram duas horas - comecei a chamar o nome dele baixinho, coisa que não se revelou muito eficaz.
Foi aí que me baixou o espírito MacGyver. Comecei a olhar em desespero à minha volta e procurar por coisas que pudessem servir para destrancar uma porta. Ou para fazer uma bomba, o que viesse primeiro.
A primeira ideia que eu tive foi besuntar a chave com sabão. Não sei onde eu fui buscar isso, mas pensei que a chave pudesse escorregar melhor e abrir a fechadura. Não.
Encontrei um grampo de cabelo. Ah, se isso é tão clichê em filme é porque deve funcionar na vida real, certo? Errado. Merda!
Bom, mas nem tudo está perdido. O importante é ter fé. Continuei a tentar, podia ser que desse para vencer a fechadura pelo cansaço.
Força um pouquinho a chave, empurra a porta, puxa a porta, força mais a chave... Está quase... Ao fim do que me pareceram cinco horas eu finalmente ouço barulho do outro lado. Aleluia. Deve ser a equipe de busca e salvação que a minha mãe contratou para me resgatar e eles me encontraram aqui no banheiro. Ou então é só o fulano mesmo. Mas agora já não interessa. Estou quase sendo salva.
- Hmmm... Já vi que te trancaste no banheiro. Passa a chave por baixo da porta que eu destranco-te.
Mas que raio de voz feminina é essa?! Oh merda! Com o barulho acordei a companheira de casa do bofe... Passei a chave e comecei a dizer:
- Olha, eu sou a namorada do fulano e eu estava tomando banho e...
Mas ela não me deixou terminar. Botou a chave na fechadura, deu um encontrão na porta. A fechadura cedeu, a chave rodou, a porta abriu. E eu, do outro lado, fazia o possível para me tapar com uma toalhinha de mãos.
- Errr... Prazer, eu sou a Ana, namorada do fulano.
Ela deu um sorriso amarelo e tentou fingir naturalidade enquanto disfarçava a surpresa. Eu acenei com a cabeça, porque achei que da dois beijinhos ia pegar mal naquela situação. Juntei o resto de dignidade que me sobrava e, com o ar de quem aparece pelada todos os dias em banheiros alheios, acrescentei:
- Finalmente eu te conheço! Adoro a decoração que você fez aqui na casa.
Ela continuou sorrindo e eu fui me esgueirando pelo corredor, de bunda virada para a parede. Entrei no quarto, vi o benzão babando na cama. Resisti ao impulso de sufocá-lo com o travesseiro e apenas empurrei-o para fora da cama.
O que aconteceu foi o seguinte, eu estava saindo com um cara... Oh, sim, tinha que ter um "cara" no meio da história. E agora vocês já devem estar se perguntando qual era o defeito que esse tinha. Calma gente, defeito ele tinha, mas até nem é relevante para a historia.
Como ele morava no centro de Lisboa, ele frequentemente me chamava para dormir na casa dele, para eu não ter que ir para casa e dirigir com sono a altas horas da madrugada. Ele era uma alma caridosa que zelava pelo meu bem estar. O programa era o típico jantar + balada ou jantar + cinema. Resultado, a gente sempre chegava na casa dele por volta das três, quatro da manhã.
Como ele dividia o apartamento com uma mulher, eu sempre tive o cuidado de fazer o mínimo de barulho possível para não incomodar. Mamãe me deu educação, viram? Nós chegávamos, tomávamos banho - um de cada vez porque o quarto dela era do lado do banheiro - e depois íamos dormir.
Ela sempre saía para o trabalho antes da gente acordar. Ou seja, mesmo tendo dormido lá umas 7 ou 8 vezes, nunca tinha encontrado com a fulana. Não é que eu me incomodasse com isso. Ok, incomodava um pouquinho. Porque é estranho você estar na casa de outra pessoa várias vezes sem nunca a ter visto.
Aí um dia voltamos de não sei onde e eu fui tomar banho primeiro, como era costume. Fechei a porta e, só depois de estar dentro do chuveiro, pronta para sair do banho, me dei conta que eu tinha esquecido de levar a toalha.
Eu não ia gritar pelo fulano. Como eu falei, tínhamos que ser silenciosos para não acordar a companheira de casa dele.
"Não há problema! Eu sacudo o corpo um pouco para tirar o excesso de água e dou uma corridinha até ao fundo do corredor", pensei eu.
Ia ser muito azar se a companheira de casa dele acordasse nesse exacto momento e desse de cara comigo correndo pelada pelo apartamento nos 5 segundos que separavam o wc do quarto do benzão.
"Vou arriscar."
Sequei os pés no tapete do banheiro para não correr o risco de escorregar e rodei a maçaneta para abrir a porta. Puxei a porta... E vocês agora se perguntam: o que aconteceu?
Nada. Nadinha.
A porta não abriu.
Rodei de novo a maçaneta. A porta não cedeu nem um milímetro. Ah claro, esqueci que tinha trancado a porta. Rodei a chave. Ou melhor, tentei rodar a chave. Ela não se mexeu.
Isso foi uma lição que eu aprendi para a minha vida, sabem? Quando você acha que estar num banheiro estranho sem toalha é ruim, a situação pode piorar. Porque você pode ficar trancada num banheiro estranho sem toalha.
Primeiro eu esperei pacientemente o fulano aparecer. Claro, ele ia deixar de ouvir o barulho da água a correr e viria para o banheiro tomar o banho dele. Só que (e agora entra a Lei de Murphy) foi justamente neste dia o bofescândalo bebeu um pouquinho a mais e apagou no quarto enquanto eu estava no banho.
Ao fim de uns 10 minutos - que do lado de cá da porta pareceram duas horas - comecei a chamar o nome dele baixinho, coisa que não se revelou muito eficaz.
Foi aí que me baixou o espírito MacGyver. Comecei a olhar em desespero à minha volta e procurar por coisas que pudessem servir para destrancar uma porta. Ou para fazer uma bomba, o que viesse primeiro.
A primeira ideia que eu tive foi besuntar a chave com sabão. Não sei onde eu fui buscar isso, mas pensei que a chave pudesse escorregar melhor e abrir a fechadura. Não.
Encontrei um grampo de cabelo. Ah, se isso é tão clichê em filme é porque deve funcionar na vida real, certo? Errado. Merda!
Bom, mas nem tudo está perdido. O importante é ter fé. Continuei a tentar, podia ser que desse para vencer a fechadura pelo cansaço.
Força um pouquinho a chave, empurra a porta, puxa a porta, força mais a chave... Está quase... Ao fim do que me pareceram cinco horas eu finalmente ouço barulho do outro lado. Aleluia. Deve ser a equipe de busca e salvação que a minha mãe contratou para me resgatar e eles me encontraram aqui no banheiro. Ou então é só o fulano mesmo. Mas agora já não interessa. Estou quase sendo salva.
- Hmmm... Já vi que te trancaste no banheiro. Passa a chave por baixo da porta que eu destranco-te.
Mas que raio de voz feminina é essa?! Oh merda! Com o barulho acordei a companheira de casa do bofe... Passei a chave e comecei a dizer:
- Olha, eu sou a namorada do fulano e eu estava tomando banho e...
Mas ela não me deixou terminar. Botou a chave na fechadura, deu um encontrão na porta. A fechadura cedeu, a chave rodou, a porta abriu. E eu, do outro lado, fazia o possível para me tapar com uma toalhinha de mãos.
- Errr... Prazer, eu sou a Ana, namorada do fulano.
Ela deu um sorriso amarelo e tentou fingir naturalidade enquanto disfarçava a surpresa. Eu acenei com a cabeça, porque achei que da dois beijinhos ia pegar mal naquela situação. Juntei o resto de dignidade que me sobrava e, com o ar de quem aparece pelada todos os dias em banheiros alheios, acrescentei:
- Finalmente eu te conheço! Adoro a decoração que você fez aqui na casa.
Ela continuou sorrindo e eu fui me esgueirando pelo corredor, de bunda virada para a parede. Entrei no quarto, vi o benzão babando na cama. Resisti ao impulso de sufocá-lo com o travesseiro e apenas empurrei-o para fora da cama.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Simpatia de Santo Antônio
Junho. Mês de Santo Antônio e de dia dos namorados no Brasil. Péssima hora para se estar solteira, não é meninas? Então, pensando nisso, resolvi deixar para vocês uma simpatia para se arrumar namorado. Podem fazer que é sucesso garantido!
1) Vocês vão precisar de uma camisa branca de mangas compridas. Amarrem as mangas com força, como os laços da paixão.
2) Com a camisa na bolsa, vocês têm de dar um jeito de entrarem na casa do benzão sem ele saber. Claro, simpatia que é simpatia dá trabalho.
3) Depois de driblarem a mãe, o porteiro, o cachorro e a vizinha fofoqueira, entrem no quarto do mais que tudo e deitem-se na cama.
4) Tirem a roupa toda e fiquem de barriga para cima. Peguem na camisa branca e deixem perto da cabeça, para canalizar as energias.
5) O passo seguinte é escrever o nome dele no seu corpo três vezes. Escrevam onde vocês quiserem. Lembrem-se que o nome deverá ser escrito com uma substância doce para a relação nunca azedar. Recomenda-se mel, chocolate ou chantilly. Atenção, é muito importante verificar se o benzão não é diabético.
6) Aí é só esperar que o ser adorado chegue em casa e se depare com o cenário montado. O melhor é não acender velas para ele não achar que é macumba.
7) Se tudo der certo, é só correr para o abraço. Quer dizer, o ideal é você ficar ali paradinha enquanto o fofuxo limpa o nome dele do seu corpinho. Aproveite todos os momentos.
8) Se ele não achar muita graça, peguem na camiseta branca (lembram?!) e vistam com os braços para trás. Isso vai fazer com que ele apenas ache que você fugiu do hospício mais próximo e evita de ele chamar a polícia.
1) Vocês vão precisar de uma camisa branca de mangas compridas. Amarrem as mangas com força, como os laços da paixão.
2) Com a camisa na bolsa, vocês têm de dar um jeito de entrarem na casa do benzão sem ele saber. Claro, simpatia que é simpatia dá trabalho.
3) Depois de driblarem a mãe, o porteiro, o cachorro e a vizinha fofoqueira, entrem no quarto do mais que tudo e deitem-se na cama.
4) Tirem a roupa toda e fiquem de barriga para cima. Peguem na camisa branca e deixem perto da cabeça, para canalizar as energias.
5) O passo seguinte é escrever o nome dele no seu corpo três vezes. Escrevam onde vocês quiserem. Lembrem-se que o nome deverá ser escrito com uma substância doce para a relação nunca azedar. Recomenda-se mel, chocolate ou chantilly. Atenção, é muito importante verificar se o benzão não é diabético.
6) Aí é só esperar que o ser adorado chegue em casa e se depare com o cenário montado. O melhor é não acender velas para ele não achar que é macumba.
7) Se tudo der certo, é só correr para o abraço. Quer dizer, o ideal é você ficar ali paradinha enquanto o fofuxo limpa o nome dele do seu corpinho. Aproveite todos os momentos.
8) Se ele não achar muita graça, peguem na camiseta branca (lembram?!) e vistam com os braços para trás. Isso vai fazer com que ele apenas ache que você fugiu do hospício mais próximo e evita de ele chamar a polícia.
domingo, 23 de maio de 2010
Rapidinha da História
Teste de História do meu irmão mais novo:
"Joana DARK (sic) foi a fundadora do movimento gótico. Ela viveu muito escondida e foi queimada na fogueira porque as pessoas achavam que ela era bruxa. Isso só porque ela usava roupa preta e maquiagem".
"Joana DARK (sic) foi a fundadora do movimento gótico. Ela viveu muito escondida e foi queimada na fogueira porque as pessoas achavam que ela era bruxa. Isso só porque ela usava roupa preta e maquiagem".
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Rapidinha da profissão
Amigo, muito preocupado com o meu futuro profissional, pergunta:
- E quais são os teus planos para quando você deixar o escritório?
- Estou começando um projecto meu.
- Legal! Também é na área do Direito?
- Pelamordedeus não!!! Sabe, a advocacia é que nem a prostituição: uma pessoa está sempre querendo sair dessa vida.
- E quais são os teus planos para quando você deixar o escritório?
- Estou começando um projecto meu.
- Legal! Também é na área do Direito?
- Pelamordedeus não!!! Sabe, a advocacia é que nem a prostituição: uma pessoa está sempre querendo sair dessa vida.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Rapidinha da Equitação
Um dia desses fui com a família inteira no Decathlon, aquela loja de esportes. Eu queria um Kimono novo de jiu jitsu, a minha mãe queria um casaco de inverno e os meus irmãos mais novos queriam tudo o que viam pela frente.
Fomos passeando de corredor em corredor e passamos pela parte da equitação. E foi aí que o meu irmão de 11 anos agarrou um chicote e perguntou bem alto, para a loja inteira ouvir:
- Mãe, isso não é aquelas coisas que as pessoas usam para bater nas outras??
Alguém me diz onde a inocência dessa criança foi parar?!
Fomos passeando de corredor em corredor e passamos pela parte da equitação. E foi aí que o meu irmão de 11 anos agarrou um chicote e perguntou bem alto, para a loja inteira ouvir:
- Mãe, isso não é aquelas coisas que as pessoas usam para bater nas outras??
Alguém me diz onde a inocência dessa criança foi parar?!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Momento FAIL
An@Lu e amigo em casa. Ele vai no banheiro e volta com um ar de chocado.
- Ô An@Lu, posso te dar um toque?! Eu acho legal isso de você ser descolada e talz... Mas também não precisa exagerar, né?
- Ahn?! Do que você tá falando??
- Ahhh... Você sabe... Pô... Fico até meio sem jeito...
- Diz logo!
- Daquilo que tem atrás da porta do teu banheiro...
- Tá, o quê que tem??
- É que você pelo menos podia guardar o teu vibrador eléctrico num lugar mais discreto!!!
- O QUÊEEEEEEEEEEEEEEEEE???!!!
*Levanta, vai no banheiro e traz o suposto vibrador*

- É um babyliss, sua anta! Serve pra encaracolar o cabelo, tá?!
- Ô An@Lu, posso te dar um toque?! Eu acho legal isso de você ser descolada e talz... Mas também não precisa exagerar, né?
- Ahn?! Do que você tá falando??
- Ahhh... Você sabe... Pô... Fico até meio sem jeito...
- Diz logo!
- Daquilo que tem atrás da porta do teu banheiro...
- Tá, o quê que tem??
- É que você pelo menos podia guardar o teu vibrador eléctrico num lugar mais discreto!!!
- O QUÊEEEEEEEEEEEEEEEEE???!!!
*Levanta, vai no banheiro e traz o suposto vibrador*

- É um babyliss, sua anta! Serve pra encaracolar o cabelo, tá?!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Bacalhau de Natal
Sabem aquelas coisas que você diz e só repara que saiu besteira quando o povo começa a rir da tua cara?
Como estamos perto do Natal teve um cliente que se lembrou de dar um bacalhau para o pessoal aqui do escritório. Como nós somos alguns, acabamos por dividir o dito cujo bacalhau e eu fiquei com um pedaço perto da cauda.
Até aí tudo bem. Só que eu mal sei cozinhar e achei que também não valia a pena levar um niquinho que bacalhau para a minha mãe fazer para uma família de sete pessoas. Por isso, quando um colega estava a falar em trocar o pedaço de bacalhau que lhe foi atribuído, eu - munida de generosidade e espírito natalício - disse:
- Por mim vocês podem ficar com a minha parte. Eu dou o rabo para quem quiser.
Para que fique bem claro eu me referia ao bacalhau. Só ao bacalhau!
Como estamos perto do Natal teve um cliente que se lembrou de dar um bacalhau para o pessoal aqui do escritório. Como nós somos alguns, acabamos por dividir o dito cujo bacalhau e eu fiquei com um pedaço perto da cauda.
Até aí tudo bem. Só que eu mal sei cozinhar e achei que também não valia a pena levar um niquinho que bacalhau para a minha mãe fazer para uma família de sete pessoas. Por isso, quando um colega estava a falar em trocar o pedaço de bacalhau que lhe foi atribuído, eu - munida de generosidade e espírito natalício - disse:
- Por mim vocês podem ficar com a minha parte. Eu dou o rabo para quem quiser.
Para que fique bem claro eu me referia ao bacalhau. Só ao bacalhau!
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Oh, shit!!!
Era uma vez um cara que importou dois contentores lotados de "guano" até a borda e desapareceu no mundo.
Tudo bem, mas e daí?
E daí que, como eu sou filha da Lady Murphy, ele resolveu utilizar justamente a companhia que eu trabalho para o transporte da carga. Por isso, os dois contentores abandonados cheios de "guano" estão nas minhas mãos.
Mas peraí, quando eu falo em "guano" eu não estou me referindo à banda de rock. Nós não fazemos tráfico humano. Ainda. Para quem não sabe, guano é um fertilizante natural. Para ser mais específica, é cocô de morcego.
Agora vejam bem a minha situação. Estou entalada com os dois contentores, sem saber o que fazer com 50 mil quilos de bosta de morcego. Acho que seria uma boa hora para virar para o meu chefinho e dizer, sem medo de ser repreendida:
- Doutor, o que eu faço com esta merda toda?
Mas, como eu tenho uma coelha para sustentar, decidi não fazer essa pergunta e resolvi telefonar ao agente que fechou o negócio com o exportador. O cara tinha uma voz super sexy e falava com um sotaque britânico charmosíssimo.
Ele perguntou se aqui em Portugal poderia haver mais alguém interessado em comprar aquela mer...cadoria. Gente, é duro! Uma pessoa rala cinco anos numa faculdade para depois acabar vendendo cocô... Minha mãe deve estar orgulhosa!
Por isso, e no intuito de me livrar da merda, eu perguntei:
- You see... In order to search for a potential buyer, we need more technical details about the product and its chemical composition.
- Do you know what “guano” is, right?
- Sure, it is… (pausa para pensar numa maneira educada de dizer “cocô” em inglês).
- It is shit.
- Yes, from bats.
- It is bat shit.
Depois dessa eu não me aguentei. Juro que tentei segurar a gargalhada, mas lembrei do Batman, da Batcaverna, do Batmóvel... E agora.... a Batmerda.
Tudo bem, mas e daí?
E daí que, como eu sou filha da Lady Murphy, ele resolveu utilizar justamente a companhia que eu trabalho para o transporte da carga. Por isso, os dois contentores abandonados cheios de "guano" estão nas minhas mãos.
Mas peraí, quando eu falo em "guano" eu não estou me referindo à banda de rock. Nós não fazemos tráfico humano. Ainda. Para quem não sabe, guano é um fertilizante natural. Para ser mais específica, é cocô de morcego.
Agora vejam bem a minha situação. Estou entalada com os dois contentores, sem saber o que fazer com 50 mil quilos de bosta de morcego. Acho que seria uma boa hora para virar para o meu chefinho e dizer, sem medo de ser repreendida:
- Doutor, o que eu faço com esta merda toda?
Mas, como eu tenho uma coelha para sustentar, decidi não fazer essa pergunta e resolvi telefonar ao agente que fechou o negócio com o exportador. O cara tinha uma voz super sexy e falava com um sotaque britânico charmosíssimo.
Ele perguntou se aqui em Portugal poderia haver mais alguém interessado em comprar aquela mer...cadoria. Gente, é duro! Uma pessoa rala cinco anos numa faculdade para depois acabar vendendo cocô... Minha mãe deve estar orgulhosa!
Por isso, e no intuito de me livrar da merda, eu perguntei:
- You see... In order to search for a potential buyer, we need more technical details about the product and its chemical composition.
- Do you know what “guano” is, right?
- Sure, it is… (pausa para pensar numa maneira educada de dizer “cocô” em inglês).
- It is shit.
- Yes, from bats.
- It is bat shit.
Depois dessa eu não me aguentei. Juro que tentei segurar a gargalhada, mas lembrei do Batman, da Batcaverna, do Batmóvel... E agora.... a Batmerda.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Frio na coelhinha
Eu estou tão habituada a falar da "minha coelhinha" em duplo sentido que tem vezes que eu nem lembro que ela é um animal de verdade. Daí que eu tenha ficado bastante sobressaltada quando, a meio da manhã, recebi uma chamada de uma colega de trabalho.
- Alô?
- Olá Aninha, tudo bem? Olha, posso te fazer uma pergunta pessoal?
(Pausa dramática)
- ... Pode...
- Tu costumas cobrir a tua coelhinha quando vais dormir?
- O quêêêêê????? (Quase caí para o lado) M-Mas... Por quê você está perguntando isso????? (Voz de espanto)
- É que eu comprei um coelhinho para a minha irmã na loja de animais e queria saber se eles sentem frio à noite.
(Suspiro de alívio)
- Ah, claro! Não, não cubro porque eu deixo a minha coelhinha solta!
- Alô?
- Olá Aninha, tudo bem? Olha, posso te fazer uma pergunta pessoal?
(Pausa dramática)
- ... Pode...
- Tu costumas cobrir a tua coelhinha quando vais dormir?
- O quêêêêê????? (Quase caí para o lado) M-Mas... Por quê você está perguntando isso????? (Voz de espanto)
- É que eu comprei um coelhinho para a minha irmã na loja de animais e queria saber se eles sentem frio à noite.
(Suspiro de alívio)
- Ah, claro! Não, não cubro porque eu deixo a minha coelhinha solta!
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Rapidinha de Ohio
Amiga chata: Ahhh... Tou sem ideia do que fazer no fim de semana... Queria ir para um lugar legal...
An@Lu: Porque você não vai para Ohio?
Amiga chata: Ohio nos Estado Unidos?
An@Lu: Não. O raio que te parta!
An@Lu: Porque você não vai para Ohio?
Amiga chata: Ohio nos Estado Unidos?
An@Lu: Não. O raio que te parta!
terça-feira, 16 de setembro de 2008
WTF?!?!
Enquanto isso no meu orkut...
Alguém me explica que porcaria de sorte é essa??? Porque é assim: biscoito diferente tudo bem, mas não me inventem de queimar a rosquinha, tsá?!
Sorte de hoje: Hoje você vai ver um biscoito da sorte que nunca viu antes
Alguém me explica que porcaria de sorte é essa??? Porque é assim: biscoito diferente tudo bem, mas não me inventem de queimar a rosquinha, tsá?!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Rapidinha da Sangria
Existe frase mais sábia do que aquela "In vino veritas"? Para quem não sabe latim, quer dizer que a verdade está no vinho. Mas também é extensível para a Tequila, Caipirinha e Vodka. Porque um belo dia, na hora do almoço, você se pega bebendo sangria com os colegas e ouve a seguinte pérola:
Nem vou contar quem fui que falei isso.
Sabe que eu detesto aquele barulho de barriga se estapeando na hora do sexo?! É porque parece que tem mais alguém assistindo e, como está gostando, até bate palmas!!!
Nem vou contar quem fui que falei isso.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Rapidinha do Watson
O Sir Arthur Conan Doyle deve ter se revirado no túmulo hoje à tarde. E se o "pai" de Sherlock Holmes ainda fosse vivo, duvido que não tivesse tido uma síncope após ter ouvido o que eu ouvi.
É que, no trem de volta para casa, um cidadão transformou o bordão do mais famoso dos detetives da literatura nisso aqui:
É que, no trem de volta para casa, um cidadão transformou o bordão do mais famoso dos detetives da literatura nisso aqui:
- Elementar Cumpadi Washington!
domingo, 29 de junho de 2008
Socks off
Vocês todos já devem conhecer a minha aversão à famosa dupla "pau duro e meias", não é? Sinceramente, acho que é o pesadelo de qualquer mulher.
Depois de ter sido chamada de maluca por quase gritar "tira as meias!" na hora H, descobri que eu não estou sozinha nessa luta. Porque estava vendo o site someecards.com que, aliás, tem um monte de cartões sacanas e engraçados para as mais diversas ocasiões, e me deparei com essa belezura aqui:
Depois de ter sido chamada de maluca por quase gritar "tira as meias!" na hora H, descobri que eu não estou sozinha nessa luta. Porque estava vendo o site someecards.com que, aliás, tem um monte de cartões sacanas e engraçados para as mais diversas ocasiões, e me deparei com essa belezura aqui:
Tirou as palavras da minha boca!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
A culpa é do coelho
A grande vantagem de se ter um animal de estimação é que ele pode levar a culpa por um montão de coisas. Desde inexistência de trabalhos de casa até certos arranhões aparentemente injustificados.
- An@Lu, que marcas são essas?
- Foi a Estrela Regina que me arranhou.
- Mas nas costas??!!
- Errr... Bem... Eu tava dormindo no sofá e ela passou por cima de mim.
- Ahn... Ok. E foi ela que te deu esse chupão no pescoço também?!?!
- An@Lu, que marcas são essas?
- Foi a Estrela Regina que me arranhou.
- Mas nas costas??!!
- Errr... Bem... Eu tava dormindo no sofá e ela passou por cima de mim.
- Ahn... Ok. E foi ela que te deu esse chupão no pescoço também?!?!
domingo, 15 de junho de 2008
Rapidinha da grávida
Quer saber?! Eu detesto aquelas grávidas que se sentem uó só porque têm o "dom divino da vida" na barriga. Daí que naqueles dias de mau humor agudo, possam acontecer diálogos como esse aqui:
Grávida chata:
- Ah An@Lu, um dia você vai entender a grandeza de ter uma coisinha crescendo dentro de você. E de como isso é divino.
An@Lu:
- Aí que você se engana. Eu já conheço essa sensação.
Grávida chata:
- Sério? Você já esteve grávida?!
An@Lu:
- Não, mas já tive lombriga. Acho que conta, né?
Grávida chata:
- Ah An@Lu, um dia você vai entender a grandeza de ter uma coisinha crescendo dentro de você. E de como isso é divino.
An@Lu:
- Aí que você se engana. Eu já conheço essa sensação.
Grávida chata:
- Sério? Você já esteve grávida?!
An@Lu:
- Não, mas já tive lombriga. Acho que conta, né?
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