- Xiiii... Nem sabes, vou passar o fim de semana sem luz em casa.
- Mas pagaste a conta?
- Sim...
- Eu conheço muito bem esse "sim". Não pagaste pois não?
- Er... Acho que esqueci...
- MAS COMO VOCÊ ESQUECE DE PAGAR A CONTA?! COMO VOCÊ PÔDE SER TÃO IRRESPONSÁVEL?!
- Por que você está agindo assim? Eu não estou te pedindo nada... Só estava comentando.
- Ainda bem, porque eu não tenho nada a ver com isso.
- Precisamente. Mas então como eu ia dizendo...
- Ainda bem que eu não moro mais contigo. Imagina, eu ficar sem luz em casa.
- E qual é a parte do "isso não é problema teu" que você ainda não percebeu?
- Er... Bem...
Vou ficar sem luz o fim de semana todo... Grunf... A bateria do portátil acabou, portanto vou ser forçada a me afastar do blog. Segunda-feira espero estar de volta.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Conselho de amiga
Bom, e aí você descobre que morar sozinha e não ter as contas no débito directo pode originar situações tais como chegar em casa e não ter luz (valha-me a bateria do portátil por duas horas).
E, se eu pudesse dar um conselho às gerações futuras, seria: não deixem a louça para lavar por mais de dois dias. É sério! Façam um esforço e lavem a louça suja no máximo no dia seguinte. Senão, quando você for lavar os pratos ainda corre o risco de ficar com pena de destruir o habitat natural bichinhos que passaram a habitar na sua pia. Ah, e também não se esqueça de restos de comida na geladeira por muito tempo.
Convém sempre lembrar que papel higiênico nunca é demais.... E que é bom ter mais de quatro garfos em casa. Principalmente se você recebe visitas.
Outra coisa importante é ter cuidado com as coisas que você diz para a mãe. Evite cenas como:
- Mãe, o fulano adorou o quadro que você pintou lá pra casa!
- Minha filha, você está levando homem para a sua casa??!!
- Ooops... Não mãe! De jeito nenhum! Imagina... EU???!!!!
Muito importante: ao morar só, tenha sempre 2 garrafas de cada bebida na geladeira. Uma para você e outra para as visitas. É que, morando sozinha, a pessoa adquire o terrível hábito de beber tudo na garrafa. Admite! Você também faz! E é deveras nojento servir a visita na mesma garrafa que você bebe.
Mesmo morando sozinho, nunca descure das boas maneiras só porque ninguém está vendo. Não arrote alto, nem coce o saco, não tire meleca, nem peide. Sério! É que, como diz minha mãe, "costume de casa vai à praça". E você pode acabar se descuidando e, acredita, não vai ser bonito.
Muito importante: não chame ninguém do sexo oposto na sua casa sem deixar bem claras, mas bem claras mesmo, as suas intenções com a pessoa. Pode dar origem a mal-entendidos muito incómodos. E isto está relacionado com a minha teoria do restaurante: Quando você vai a um restaurante e a comida sobra, você só deve levar para casa se você quiser MESMO comer. Se não, deixa no restaurante mesmo. Vai por mim, é melhor!
E no mais... Bem, nunca é demais mencionar: não esqueça nunca de pagar as contas!
E, se eu pudesse dar um conselho às gerações futuras, seria: não deixem a louça para lavar por mais de dois dias. É sério! Façam um esforço e lavem a louça suja no máximo no dia seguinte. Senão, quando você for lavar os pratos ainda corre o risco de ficar com pena de destruir o habitat natural bichinhos que passaram a habitar na sua pia. Ah, e também não se esqueça de restos de comida na geladeira por muito tempo.
Convém sempre lembrar que papel higiênico nunca é demais.... E que é bom ter mais de quatro garfos em casa. Principalmente se você recebe visitas.
Outra coisa importante é ter cuidado com as coisas que você diz para a mãe. Evite cenas como:
- Mãe, o fulano adorou o quadro que você pintou lá pra casa!
- Minha filha, você está levando homem para a sua casa??!!
- Ooops... Não mãe! De jeito nenhum! Imagina... EU???!!!!
Muito importante: ao morar só, tenha sempre 2 garrafas de cada bebida na geladeira. Uma para você e outra para as visitas. É que, morando sozinha, a pessoa adquire o terrível hábito de beber tudo na garrafa. Admite! Você também faz! E é deveras nojento servir a visita na mesma garrafa que você bebe.
Mesmo morando sozinho, nunca descure das boas maneiras só porque ninguém está vendo. Não arrote alto, nem coce o saco, não tire meleca, nem peide. Sério! É que, como diz minha mãe, "costume de casa vai à praça". E você pode acabar se descuidando e, acredita, não vai ser bonito.
Muito importante: não chame ninguém do sexo oposto na sua casa sem deixar bem claras, mas bem claras mesmo, as suas intenções com a pessoa. Pode dar origem a mal-entendidos muito incómodos. E isto está relacionado com a minha teoria do restaurante: Quando você vai a um restaurante e a comida sobra, você só deve levar para casa se você quiser MESMO comer. Se não, deixa no restaurante mesmo. Vai por mim, é melhor!
E no mais... Bem, nunca é demais mencionar: não esqueça nunca de pagar as contas!
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Eu brinco com a coelhinha
Quando uma pessoa está a procura de emprego procura sempre impressionar na entrevista. Compra roupa, deixa o cabel impecável, lê aquelas técnicas de como se comportar, o que dizer, gestos a evitar e tudo mais para ser o candidato perfeito.
Eu, que não sou excepção, me preparei ao máximo para a entrevista no dia seguinte. Tinha visto o anúncio na Internet e achei a minha cara. No dia da entrevista choveu como eu nunca vi chover em Lisboa. Fiquei com as minhas calças novinhas da Zara encharcadas até ao joelho. Quando eu cheguei na empresa eu pingava. Aliás, pingava é pouco. Eu chovia.
Pedi desculpa pel meu estado deplorável e começou a entrevista. Ela fez aquelas perguntas normais sobre a experiência profissional, analisou meu CV, perguntou sobre a faculdade e minhas expectativas para o futuro. Eu, que já tinha ensaiado e revisto mentalmente as respostas, fiz o maior marketing pessoal que me foi possível. E as perguntas continuaram:
- E o que você gosta de fazer nos seus tempos livres?
- Ah, gosto de ir ao cinema, ler, passear na praia, ir à academia, sair com os amigos...
- E o que você faz quando está em casa?
- Vejo televisão, navego na internet e adoro brincar com a minha coelhinha.
Silêncio. Notei uma certa estranheza na entrevistadora. Vendo que ela não falava continuei.
- ...eu passo bastante tempo brincando com a coelhinha lá em casa.
- Mas... Como assim "coelhinha"?
Encolhi os ombros e disse:
- Coelhinha, diminutivo de coelha. O meu animal de estimação.
- Ah... Você tem um coelho? Um animal?
- Sim...
Fiz aquela cara de "no quê você estava pensando?". E não pude deixar de reparar na cara de alívio da entrevistadora. Afinal, era só um bichinho. Eu não era uma maluca tarada...
No fim das contas acabei ficando com o emprego. E, até hoje, nada me tira da cabeça que a minha coelhinha me ajudou a garantir a minha vaga...
Quem quer brincar com a minha coelhinha?
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Conversa de Mulherzinha Complicada
Recentemente tive uma conversa com uma amiga sobre relacionamentos e afins. Conversa de “mulherzinha complicada”, como eu costumo chamar. Daí surgiu uma ideia para este post.
Mulher quando se apaixona complica tudo. Vê cinzento onde é preto e branco. E qual a maior angústia da mulher apaixonada?! “Por que ele não liga para mim?”. Uma mulher apaixonada nunca consegue raciocinar direito no que toca a essas coisas de ligar, não ligar, etc...
Para comprovar a minha tese vou fazer o seguinte comparativo.
Cena 1
Véspera de feriado. Você, sem programa ainda, manda uma mensagem a um(a) amigo(a) qualquer perguntando se ele já tem planos para o feriado e se quer sair contigo. O seu amigo(a) não responde. O que você pensa?
a) Não deve ter visto a minha mensagem.
b) Não deve ter dinheiro para me responder
c) Hehe, deve tar com alguém e não quer ser interrompido(a)
d) Oh meu Deus! Ele não quer mais ser meu amigo.. Será que eu fiz alguma coisa de errado? Porque ele não me responde? Será o fim da nossa amizade?
Cena 2
Véspera de feriado. Você, mulher apaixonada sem programa ainda, manda uma mensagem ao seu “mais que tudo” perguntando se ele já tem planos para o feriado e se quer sair contigo. O seu “mais que tudo” não responde. O que você pensa?
a) Não deve ter visto a minha mensagem.
b) Não deve ter dinheiro para me responder
c) Hehe, deve tar com alguém e não quer ser interrompido(a)
d) Oh meu Deus! Ele não me quer mais... Será que eu fiz alguma coisa de errado? Porque ele não me responde? Será o fim de tudo?
Se você respondeu D na primeira e D na segunda, PARABÉNS! Você acabou de ganhar uma visita ao psicólogo. Vai ser inseguro assim na...
Se você respondeu A, B ou C na Cena 1 e D na cena 2, PARABÉNS! Você é uma mulher apaixonada que complica tudo. Ou seimplesmente está na TPM. Mas não se preocupe. Eu também sou assim. E acho que grande parte das mulheres também é.
Mas se você respondeu A, B ou C na Cena 1 e A, B, ou C na cena 2, PARABÉNS! Você esqueceu seu coração em algum lugar! Brincadeirinha! Mas me diz nos comentário como você consegue...
E aí você, mulher apaixonada que respondeu D na questão 2, faz aquela tempestade num copo d’água. Liga para a amiga para contar todos os segundos da sua angústia. Fala que você esperava mais dele e que de hoje em diante não vai ser boba e não vai ligar mais.
Mas depois você acaba ligando. É como eu digo, minha gente: Mulher apaixonada é burra! Pior que burra; é contraditória. Diz que não vai ligar e liga. Diz que não quer mais saber e se derrete ao primeiro “oi”.
E melhor ainda é quando a mulher apaixonada descobre que o motivo pelo qual ele não ligou foi simplesmente porque estava cansado, dormiu e não ouviu o telefone. Então ela pára e pensa o quanto foi boba. Claro, qualquer pessoa já dormiu e não ouviu o telefone. Inclusive a própria mulher apaixonada. Nesaa hora bate aquele sentimento de culpa. Por ter pensado tão mal dele que, coitado, trabalhou um turno de 16 horas e depois adormeceu. “Como é que eu não pensei nisso?”.
Êita mulherzinha complicada, hein?! E, por muito que se queira passar por independente que não liga e não quer saber, a verdade é que a gente se rasga por dentro. Mesmo que a gente finja indiferença, é só isso. Puro fingimento. A amiga é que sabe.
Porque, no fundo, a gente se importa. Se preocupa. Fica carente. E quer só um sinal de vida. Quer só saber que ele lembrou da gente. Nem que seja para dizer que não pode sair.
O que acontece é que nós não queremos parecer chatas e cobrar demais. Queremos parecer mulheres desencanadas e modernas. Mas, no fundo, somos chatas, queremos saber e ficamos carentes sim, pôxa! Simplesmente não queremos é admitir.
Ok, depois deste post vou me internar numa clínica psiquiátrica especializada em insegurança de mulherzinha complicada. Daqui a duas semanas eu volto.
Mulher quando se apaixona complica tudo. Vê cinzento onde é preto e branco. E qual a maior angústia da mulher apaixonada?! “Por que ele não liga para mim?”. Uma mulher apaixonada nunca consegue raciocinar direito no que toca a essas coisas de ligar, não ligar, etc...
Para comprovar a minha tese vou fazer o seguinte comparativo.
Cena 1
Véspera de feriado. Você, sem programa ainda, manda uma mensagem a um(a) amigo(a) qualquer perguntando se ele já tem planos para o feriado e se quer sair contigo. O seu amigo(a) não responde. O que você pensa?
a) Não deve ter visto a minha mensagem.
b) Não deve ter dinheiro para me responder
c) Hehe, deve tar com alguém e não quer ser interrompido(a)
d) Oh meu Deus! Ele não quer mais ser meu amigo.. Será que eu fiz alguma coisa de errado? Porque ele não me responde? Será o fim da nossa amizade?
Cena 2
Véspera de feriado. Você, mulher apaixonada sem programa ainda, manda uma mensagem ao seu “mais que tudo” perguntando se ele já tem planos para o feriado e se quer sair contigo. O seu “mais que tudo” não responde. O que você pensa?
a) Não deve ter visto a minha mensagem.
b) Não deve ter dinheiro para me responder
c) Hehe, deve tar com alguém e não quer ser interrompido(a)
d) Oh meu Deus! Ele não me quer mais... Será que eu fiz alguma coisa de errado? Porque ele não me responde? Será o fim de tudo?
Se você respondeu D na primeira e D na segunda, PARABÉNS! Você acabou de ganhar uma visita ao psicólogo. Vai ser inseguro assim na...
Se você respondeu A, B ou C na Cena 1 e D na cena 2, PARABÉNS! Você é uma mulher apaixonada que complica tudo. Ou seimplesmente está na TPM. Mas não se preocupe. Eu também sou assim. E acho que grande parte das mulheres também é.
Mas se você respondeu A, B ou C na Cena 1 e A, B, ou C na cena 2, PARABÉNS! Você esqueceu seu coração em algum lugar! Brincadeirinha! Mas me diz nos comentário como você consegue...
E aí você, mulher apaixonada que respondeu D na questão 2, faz aquela tempestade num copo d’água. Liga para a amiga para contar todos os segundos da sua angústia. Fala que você esperava mais dele e que de hoje em diante não vai ser boba e não vai ligar mais.
Mas depois você acaba ligando. É como eu digo, minha gente: Mulher apaixonada é burra! Pior que burra; é contraditória. Diz que não vai ligar e liga. Diz que não quer mais saber e se derrete ao primeiro “oi”.
E melhor ainda é quando a mulher apaixonada descobre que o motivo pelo qual ele não ligou foi simplesmente porque estava cansado, dormiu e não ouviu o telefone. Então ela pára e pensa o quanto foi boba. Claro, qualquer pessoa já dormiu e não ouviu o telefone. Inclusive a própria mulher apaixonada. Nesaa hora bate aquele sentimento de culpa. Por ter pensado tão mal dele que, coitado, trabalhou um turno de 16 horas e depois adormeceu. “Como é que eu não pensei nisso?”.
Êita mulherzinha complicada, hein?! E, por muito que se queira passar por independente que não liga e não quer saber, a verdade é que a gente se rasga por dentro. Mesmo que a gente finja indiferença, é só isso. Puro fingimento. A amiga é que sabe.
Porque, no fundo, a gente se importa. Se preocupa. Fica carente. E quer só um sinal de vida. Quer só saber que ele lembrou da gente. Nem que seja para dizer que não pode sair.
O que acontece é que nós não queremos parecer chatas e cobrar demais. Queremos parecer mulheres desencanadas e modernas. Mas, no fundo, somos chatas, queremos saber e ficamos carentes sim, pôxa! Simplesmente não queremos é admitir.
Ok, depois deste post vou me internar numa clínica psiquiátrica especializada em insegurança de mulherzinha complicada. Daqui a duas semanas eu volto.
domingo, 2 de setembro de 2007
Clube da Luluzinha
Se você é sensível a alguns assuntos, pare de ler aqui. Se não, continue e encare tudo com bom humor.
Não quis deixar de registrar algumas bobagens que foram trocadas numa girl's night. Frases soltas, normalmente seguidas de gargalhadas e de "me dá mais uma fatia do bolo de brigadeiro". Apertem o cinto...
- Aí eu convidei o cara para ir tomar um café lá em casa. Só não expliquei que era o café da manhã.
- Eu tenho que saber se estou namorando ou não. Pra saber se preciso ser fiel, sabe?
- Não tropeça que a fila anda, e a minha já está dobrando a esquina. Olha a minha cara de metida!
- Eu mudo de lençol conforme mudo de paixão. Na última semana acabaram os lençóis lá de casa. Tava tudo lavando... Tive que improvisar no sofá mesmo.
- O meu vizinho jogou uma cueca na minha varanda e eu mandei ele se foder.
- E eis que entra em cena o verdadeiro homem da baguete...
- Fantasia sexual? O Sawyer, claro!
- Eu não bebo, não fumo, tinha que gostar de alguma coisa. Eu gosto é de sexo!
- Marlboro é para fumar tomando cerveja. Davidoff é o verdadeiro cigarro do pós coito.
- Nunca abrirás as pernas em vão.
- Odeio homem que diz que quer fazer "o" amor.
- Faz assim: olha para o cara, levanta o indicador e chama ele. Quando ele chegar perto você diz: "Eu já te fiz vir só com um dedo, imagina o que eu faço com o resto do corpo".
- Mulher apaixonada é foda. Fica burra e complica.
- Eu dava para o novo James Bond. Qual é o nome dele mesmo? Ah, não interessa. Eu dava!
- Já fumei cigarros mais grossos que aquilo.
- Odeio homem com peitinho.
- Trepar no meu carro é mais exercício que ioga.
- Fala na cara, seu merda! Eu prefiro logo um não do que um talvez.
- Mulheres mal-amadas são chatinhas, mas foda mesmo são as mal-comidas.
- Pêlo não me incomoda. Só pêlo no ouvido e no nariz... Eca...
- Era tão ruim que eu num mês fiquei no período 3 vezes só para não ter que trepar...
- Eu tenho medo de bunda, mas Freud explica.
- Mas eu já falei no coisão?
- Uma mulher que se preze tem sempre dois ou três homens na prateleira. Para o deserto sabe?
- Mas desde quando chocolate substitui sexo? Só se você enfiar o chocolate...
- Pinto não é feio... É uma questão de ângulo...
- Depois de anos de casamento, quer saber se a mulher é fiel? Passe a mão na perna dela. Se estiver peluda é porque é fiel.
- Fetiche é fetiche. O italiano podia ficar lá paradão que eu ia gozar do mesmo jeito. Bastava ele ir dizendo uns: "amore", "bravo", "bene"...
Não quis deixar de registrar algumas bobagens que foram trocadas numa girl's night. Frases soltas, normalmente seguidas de gargalhadas e de "me dá mais uma fatia do bolo de brigadeiro". Apertem o cinto...
- Aí eu convidei o cara para ir tomar um café lá em casa. Só não expliquei que era o café da manhã.
- Eu tenho que saber se estou namorando ou não. Pra saber se preciso ser fiel, sabe?
- Não tropeça que a fila anda, e a minha já está dobrando a esquina. Olha a minha cara de metida!
- Eu mudo de lençol conforme mudo de paixão. Na última semana acabaram os lençóis lá de casa. Tava tudo lavando... Tive que improvisar no sofá mesmo.
- O meu vizinho jogou uma cueca na minha varanda e eu mandei ele se foder.
- E eis que entra em cena o verdadeiro homem da baguete...
- Fantasia sexual? O Sawyer, claro!
- Eu não bebo, não fumo, tinha que gostar de alguma coisa. Eu gosto é de sexo!
- Marlboro é para fumar tomando cerveja. Davidoff é o verdadeiro cigarro do pós coito.
- Nunca abrirás as pernas em vão.
- Odeio homem que diz que quer fazer "o" amor.
- Faz assim: olha para o cara, levanta o indicador e chama ele. Quando ele chegar perto você diz: "Eu já te fiz vir só com um dedo, imagina o que eu faço com o resto do corpo".
- Mulher apaixonada é foda. Fica burra e complica.
- Eu dava para o novo James Bond. Qual é o nome dele mesmo? Ah, não interessa. Eu dava!
- Já fumei cigarros mais grossos que aquilo.
- Odeio homem com peitinho.
- Trepar no meu carro é mais exercício que ioga.
- Fala na cara, seu merda! Eu prefiro logo um não do que um talvez.
- Mulheres mal-amadas são chatinhas, mas foda mesmo são as mal-comidas.
- Pêlo não me incomoda. Só pêlo no ouvido e no nariz... Eca...
- Era tão ruim que eu num mês fiquei no período 3 vezes só para não ter que trepar...
- Eu tenho medo de bunda, mas Freud explica.
- Mas eu já falei no coisão?
- Uma mulher que se preze tem sempre dois ou três homens na prateleira. Para o deserto sabe?
- Mas desde quando chocolate substitui sexo? Só se você enfiar o chocolate...
- Pinto não é feio... É uma questão de ângulo...
- Depois de anos de casamento, quer saber se a mulher é fiel? Passe a mão na perna dela. Se estiver peluda é porque é fiel.
- Fetiche é fetiche. O italiano podia ficar lá paradão que eu ia gozar do mesmo jeito. Bastava ele ir dizendo uns: "amore", "bravo", "bene"...
Buddha Bar
Fui e recomendo: Buddha Bar (Alcântara, Lisboa)Amei o lugar, a música e a decoração. O estilo oriental impecável, impossível de fazer qualquer reparo. E o que dizer das camas e dos sofás do lado de fora? Maravilhoso!
O ruim? O preço, claro! O consumo mínimo é 7 Euros. Até aí tudo bem. Mas daí até uma garrafinha d'água custar 4Euros??!!
Rapidinhas da noite:
- E não adianta nem tentar que ela é o amor do gajo da camisola vermelha...
- O quêêê? Querido, eu sou de todos. É que nem fruta na feira: passou a mão, levou!
- Espetáculo...
- Pois é, vem nimim qu'eu tô facinha.
- E, sabes, ele gosta muito de ti.
- E eu ralada...
- ...
- Amor, é assim, temos pena. É como eu costumo dizer: Não tropeça que a fila anda! E já andou.
- Pelamordedeus me agarra agora!
- Como?
- Vem aí aquele tarado!
- Mas essa música não é para dançar junto...
- Se você tirar essa mão daí eu te mato! E não tou brincando...
- Pra ficar com você eu tinha que ser piloto.
- Hã?!
- Você é um avião!
(Cantada básica, mas lavou a alma. Achei graça porque combinou com os últimos acontecimentos da minha humilde existência.).
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Codinome Beija-Flor
E lá estava eu, linda, deitada na rede ouvindo Cazuza. Apesar de ser de 83, eu amo Rock Brasileiro dos anos 80: Barão Vermelho, Cazuza, Paralamas, Legião, Cássia Eller (embora ache que ela é mais anos 90, ou não?)... Bom, mas eu estava lá, meio na fossa, cantando: “Prá que mentir, fingir que perdoou... Tentar ficar amigos, sem rancor... A emoção acabou, que coincidência é o amor...”. E aí fez aquele “clique”... Inspiração!
“Que coincidência é o amor”... Brilhante! Afinal, existe maior coincidência que o amor?! Amar alguém é fácil. Mas reunir todas as condições para um relacionamento é difícil. É preciso que muita coisa coincida.
Quem nunca encontrou a pessoa certa na hora errada? Porque às vezes acontece assim. Você conhece aquela pessoa que te corta a respiração e te dá calafrios. Mas aí você está comprometida. Quem nunca esteve o maior tempão solteira, idealizando “o” cara, e ele só aparece quando você começa a namorar de novo? Pessoa certa na hora errada.
Aí não tem como não admitir que realmente é preciso haver muita coincidência para duas pessoas ficarem juntas... Arrumar alguém para beijar na boca? Ah, isso é fácil! Basta querer. Mas para o amor é preciso coincidência. Porque ninguém ama uma generalidade indefinida de pessoas. Ninguém ama “alguém”. Muito embora todo mundo queira arrumar “alguém”. E aí você pega no teu “alguém” que você arrumou, passa o maior tempão com ele e acaba se apaixonando, casando, tendo filhos lindos, netos e indo passar as férias em Recife na casa da prima dele. E não haja dúvidas que dá para ser muito feliz assim. Porque o amor vem também da convivência.
Mas... E quando você não quer “alguém” mas sim “ele”? Já parou para pensar que não é fácil gostar daquela pessoa e ela gostar de você de volta assim, do nada? Porque às vezes você gosta de alguém “do nada”. Não sabe porquê, mas gosta. O amor nem sempre tem explicação. Você gosta porque gosta. Não adianta dizer que gosta porque ele é bonito, inteligente, sabe dançar, cozinha, é fã de Chico Buarque. Se não acredita, faça o seguinte exercício: pense na pessoa que você ama. Nas características dela. Agora vá retirando uma a uma. Você consegue definir a fronteira para o seu amor assim? Se consegue, parabéns. Eu não.
Amor para mim é coisa de pele, de olhar e frio na barriga. Senão seria fácil: eu sentiria frio na barriga por todas as pessoas que gostam de ler, sabem dançar, são minimamente atraentes e gostam de sair à noite. Mas não é assim! Pelo menos para mim não é. O meu amor não tem pré-requisitos.
Por isso eu concordo com o Cazuza. O amor é pura coincidência. E às vezes, simplesmente, é preciso sorte. Sorte de você esbarrar com a pessoa num shopping, sorte de entrar na internet ao mesmo tempo e descobrir que ela está solteira, sorte de o carro quebrar e você ter que pedir carona.
Há quem diga que é destino. Eu não sei. Prefiro acreditar na sorte. Sorte é mais leve, faz vocês viverem um dia de cada vez e lutarem para se conquistar. Destino não. Destino traz muita responsabilidade, é muito peso para uma relação que acabou de começar. Dizer que é destino é não assumir a própria vontade. Porque botar a culpa dos encontros e desencontros numa força superior é covardia. E assim não vale.
Afinal, é preciso mais que ter Júpiter alinhado com Vênus passando por pela constelação de sagitário. É preciso os dois se encontrem, estejam “na mesma onda”, que o momento seja propício, que o beijo combine, que haja aquele encaixe, que o jeito de ser se harmonize...É preciso tanta para um relacionamento que quando tudo se reúne só mesmo dizendo: haja coincidência!!!
"Não responda nunca, meu amor... A qualquer um na rua Beija-flor..."
“Que coincidência é o amor”... Brilhante! Afinal, existe maior coincidência que o amor?! Amar alguém é fácil. Mas reunir todas as condições para um relacionamento é difícil. É preciso que muita coisa coincida.
Quem nunca encontrou a pessoa certa na hora errada? Porque às vezes acontece assim. Você conhece aquela pessoa que te corta a respiração e te dá calafrios. Mas aí você está comprometida. Quem nunca esteve o maior tempão solteira, idealizando “o” cara, e ele só aparece quando você começa a namorar de novo? Pessoa certa na hora errada.
Aí não tem como não admitir que realmente é preciso haver muita coincidência para duas pessoas ficarem juntas... Arrumar alguém para beijar na boca? Ah, isso é fácil! Basta querer. Mas para o amor é preciso coincidência. Porque ninguém ama uma generalidade indefinida de pessoas. Ninguém ama “alguém”. Muito embora todo mundo queira arrumar “alguém”. E aí você pega no teu “alguém” que você arrumou, passa o maior tempão com ele e acaba se apaixonando, casando, tendo filhos lindos, netos e indo passar as férias em Recife na casa da prima dele. E não haja dúvidas que dá para ser muito feliz assim. Porque o amor vem também da convivência.
Mas... E quando você não quer “alguém” mas sim “ele”? Já parou para pensar que não é fácil gostar daquela pessoa e ela gostar de você de volta assim, do nada? Porque às vezes você gosta de alguém “do nada”. Não sabe porquê, mas gosta. O amor nem sempre tem explicação. Você gosta porque gosta. Não adianta dizer que gosta porque ele é bonito, inteligente, sabe dançar, cozinha, é fã de Chico Buarque. Se não acredita, faça o seguinte exercício: pense na pessoa que você ama. Nas características dela. Agora vá retirando uma a uma. Você consegue definir a fronteira para o seu amor assim? Se consegue, parabéns. Eu não.
Amor para mim é coisa de pele, de olhar e frio na barriga. Senão seria fácil: eu sentiria frio na barriga por todas as pessoas que gostam de ler, sabem dançar, são minimamente atraentes e gostam de sair à noite. Mas não é assim! Pelo menos para mim não é. O meu amor não tem pré-requisitos.
Por isso eu concordo com o Cazuza. O amor é pura coincidência. E às vezes, simplesmente, é preciso sorte. Sorte de você esbarrar com a pessoa num shopping, sorte de entrar na internet ao mesmo tempo e descobrir que ela está solteira, sorte de o carro quebrar e você ter que pedir carona.
Há quem diga que é destino. Eu não sei. Prefiro acreditar na sorte. Sorte é mais leve, faz vocês viverem um dia de cada vez e lutarem para se conquistar. Destino não. Destino traz muita responsabilidade, é muito peso para uma relação que acabou de começar. Dizer que é destino é não assumir a própria vontade. Porque botar a culpa dos encontros e desencontros numa força superior é covardia. E assim não vale.
Afinal, é preciso mais que ter Júpiter alinhado com Vênus passando por pela constelação de sagitário. É preciso os dois se encontrem, estejam “na mesma onda”, que o momento seja propício, que o beijo combine, que haja aquele encaixe, que o jeito de ser se harmonize...É preciso tanta para um relacionamento que quando tudo se reúne só mesmo dizendo: haja coincidência!!!
"Não responda nunca, meu amor... A qualquer um na rua Beija-flor..."
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Não tem preço
Finalmente chegou o fim do mês! Mas, como alegria de pobre dura pouco, já estou novamente falida.
O dinheiro já nem chega a esquentar lugar na conta bancária. Acho que aquilo está muito árido por lá. Vou botar uns sofaszinhos, umas redes e servir umas bebidas. Pode ser que o meu dinheiro goste mais do ambiente, se sinta melhor e mais aconchegado na minha conta e não se vá embora tão rápido... O meu salário está parecendo uma ejaculação precoce: quando você começa a se animar, já acabou.
Ainda bem que, como diz aquela propaganda do cartão de crédito, ainda existem coisas que não têm preço. Aqui estão algumas que, para mim, não existe dinheiro no mundo que pague:
- Deitar na rede e sentir o sol
- Ajudar um amigo
- Poder contar com a família
- O cheirinho "dele" pela manhã
- Sentir-se linda
- Reencontrar um amigo que já não se vê há muito tempo e sentir aquela química como se nunca estivessem estado separados
- Saber que fez um bom trabalho e ser reconhecida por isso
- Ganhar colo
- Soltar "aquela" gargalhada gostosa
- Ter um ombro amigo para desabafar
- Fazer cafuné até "ele" ficar completamente despenteado. E depois dar risada do cabelo despenteado "dele".
- Ouvir a chuva e não ter que sair da cama
- Lembrar de coisas boas
- Estar apaixonada
*Suspiro... Olhar perdido... Brilhozinho nos olhos...Começa a cantarolar Barão Vermelho...*
Por você, eu dançaria tango no teto,
eu limparia os trilhos do metrô,
Eu iria a pé do Rio a Salvador...
O dinheiro já nem chega a esquentar lugar na conta bancária. Acho que aquilo está muito árido por lá. Vou botar uns sofaszinhos, umas redes e servir umas bebidas. Pode ser que o meu dinheiro goste mais do ambiente, se sinta melhor e mais aconchegado na minha conta e não se vá embora tão rápido... O meu salário está parecendo uma ejaculação precoce: quando você começa a se animar, já acabou.
Ainda bem que, como diz aquela propaganda do cartão de crédito, ainda existem coisas que não têm preço. Aqui estão algumas que, para mim, não existe dinheiro no mundo que pague:
- Deitar na rede e sentir o sol
- Ajudar um amigo
- Poder contar com a família
- O cheirinho "dele" pela manhã
- Sentir-se linda
- Reencontrar um amigo que já não se vê há muito tempo e sentir aquela química como se nunca estivessem estado separados
- Saber que fez um bom trabalho e ser reconhecida por isso
- Ganhar colo
- Soltar "aquela" gargalhada gostosa
- Ter um ombro amigo para desabafar
- Fazer cafuné até "ele" ficar completamente despenteado. E depois dar risada do cabelo despenteado "dele".
- Ouvir a chuva e não ter que sair da cama
- Lembrar de coisas boas
- Estar apaixonada
*Suspiro... Olhar perdido... Brilhozinho nos olhos...Começa a cantarolar Barão Vermelho...*
Por você, eu dançaria tango no teto,
eu limparia os trilhos do metrô,
Eu iria a pé do Rio a Salvador...
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Meu dia "pop"
Ontem eu me senti "pop". Mal entrei no MSN pularam 8 janelinhas! Não uma, não duas, mas oito! Eu nunca tinha tido que gerir 8 conversas ao mesmo tempo. E, acredita, não é tarefa fácil. Fiquei com pena de não dar a tenção deivda a todos, mas eu tentei.
E num espaço de 15 minutos preenchi a minha agenda de uma semana. Vejam só o meu programa:
- Quarta: Café com AB, ex-colega de senzala no mundo Oni.
- Sexta: Despedida de solteiro com pessoal do trabalho.
- Sábado: Jantar com a Quintas
- Domingo: Almoço com Ân e Sil, amigas e ex-colegas de senzala do mundo Oni.
- Segunda: Sessão de sexo selvagem com o Ashton Kutcher.
Fiquei com a quinta feira livre. Mas "ele" não pode. Hummm....
Acho que vou mudar o Ashton para quinta e na segunda "dou uns pega" no Jude Law. Se bem que o Sawyer estava se oferecendo para me fazer umas massagens. Mas ele é chato. Depois fica dizendo que me ama e não larga do meu pé... Já quis até me levar na escotilha Dharma e tudo!!!
Assim não dá! Depois eu fico me achando a "última bolacha do pacote" e ninguém me atura. Por isso, e só mesmo para evitar ficar muito convencida, vou deixar a quinta feira livre e vou jantar na minha mãe mesmo.
Ah, mas na segunda o programa mantém-se de pé com o Ashton!
E num espaço de 15 minutos preenchi a minha agenda de uma semana. Vejam só o meu programa:
- Quarta: Café com AB, ex-colega de senzala no mundo Oni.
- Sexta: Despedida de solteiro com pessoal do trabalho.
- Sábado: Jantar com a Quintas
- Domingo: Almoço com Ân e Sil, amigas e ex-colegas de senzala do mundo Oni.
- Segunda: Sessão de sexo selvagem com o Ashton Kutcher.
Fiquei com a quinta feira livre. Mas "ele" não pode. Hummm....
Acho que vou mudar o Ashton para quinta e na segunda "dou uns pega" no Jude Law. Se bem que o Sawyer estava se oferecendo para me fazer umas massagens. Mas ele é chato. Depois fica dizendo que me ama e não larga do meu pé... Já quis até me levar na escotilha Dharma e tudo!!!
Assim não dá! Depois eu fico me achando a "última bolacha do pacote" e ninguém me atura. Por isso, e só mesmo para evitar ficar muito convencida, vou deixar a quinta feira livre e vou jantar na minha mãe mesmo.
Ah, mas na segunda o programa mantém-se de pé com o Ashton!
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Como se chama aquilo?
No meu trabalho tem uma cozinha para os funcionários que queiram trazer comida de casa e não gastar o mísero subsídio de alimentação se alimentando.
Depois de comer leite com cereais ao almoço fui lavar a tigelinha que eu tinha sujado. E reparei que a água não descia da pia. Conclusão brilhante: A pia está entupida. Começo a abrir os armários à procura do "coiso para desentupir a pia". Eu quando não lembro dos nomes tenho a mania de dizer coiso. Em vão. Não encontrei o dito "coiso".
Com um ar muito normal, saio da cozinha e me dirijo a um colega no escritório e começo:
- Olha, eu tava lavando a minha coisa na pia...
Risos maldosos
- É que eu às vezes esqueço o nome das coisas, mas enfim... Eu tava lavando a coisa...
Mais risos maldosos
- ... e a água não desce... Acho que a pia está entupida.
O colega faz aquela cara de "o que eu tenho a ver com isso?". E eu continuei.
- E eu queria saber se aqui tem aquele coiso para fazer assim.
Imagina um desentupidor de pia. Agora imagina a tua mão a volta do cabo do desentupidor, que é cilíndrico. Agora imagina o movimento para desentupir a pia. Para cima e para baixo. Conforme a seguinte ilustração.

Pois é senhoras e senhores... Agora imaginem este movimento no ar sem o desentupidor e adicionem a isso uma mente perversa...
Risos ecoam pela sala. Eu com cara de bunda sem entender por quê.
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