segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Foi assim que eu virei "gente grande"
- Não! Já disse que não vai comer chiclete antes do jantar!
- Quando eu for grande eu vou comer chiclete quando eu quiser!!!
E a minha mãe simplesmente sorriu. Da mesma forma que a minha avó lhe terá sorrido e da mesma forma como eu irei sorrir para os meus filhos. Aquele sorriso de quem sabe que crescer não é só comer chiclete quando quiser. Crescer é comprar o chiclete. É trabalhar para ter dinheiro para comprar o chiclete. E mais! É escolher entre o chiclete e a conta da luz.
Mas mesmo assim ela sorriu. Me deixou continuar sendo criança e acreditando que a felicidade estaria apenas a um "Bubaloo" de distância.
E eu aprendi tudo. No tempo certo. Foi assim que eu virei "gente grande".
Alguém acredita?
Munida de sentimentos cristãos (afinal, não é todos os dias que acordo fria e calculista) comecei a ler o e-mail.
A coitada dizia ser uma estudante de 25 anos numa universidade no Burkina-Faso (juro!) e que gostaria muito construir uma amizade sólida comigo. Segundo a história de dor e sofrimento que ela contava, o pai morrera há dois meses e era um rei na cidade local. O rei deixou uma fortuna aos herdeiros mas só ela poderia movimentar esta riqueza visto que o irmão era muito novo e a mãe era analfabeta.
Continuando o seu relato, a infeliz disse que a fortuna do pai era de cerca de 7,350,000.00 Dólares (sim, quase sete milhões e meio de dólares) e que ela tinha muito medo que as companhias de petróleo viessem roubar-lhe o dinheiro. Que peninha que eu fiquei... Afinal, com 7 milhões o rei não gastou nem um centavo alfabetizando a rainha?! Muito machismo no Burkina-Faso!
Bom, mas aí veio a parte em que ela pediu a minha ajuda. Meus sentimentos critãos já estavam vacilantes mas decidi continuar. A miserável precisava de ajuda para mover o dinheiro para outra conta bancária a fim de que o mesmo não fosse roubado pelos barões do petróleo. Para ajudá-la bastaria entrar no link que ela fornecia e digitar o número da minha conta bancária...
Simples assim né?! Bom, eu não dei o número. Afinal a cotação do Dólar em relação ao Euro está muito baixa pelo que os 7 milhões reduziriam-se a 5 e eu não faço transações bancárias por menos de 6 milhões e meio. Ah, e eu até gosto dos barões do petróleo no Burkina-Faso. Não os quero fazer perder seus investimentos... Desculpa Stella, mas não vai dar...
Francamente... Será que ainda há gente que acredita nessas coisas?
domingo, 16 de setembro de 2007
Kizomba para sair da fossa
sábado, 15 de setembro de 2007
Eu não existo sem você
Gente, olha que gracinha esse vídeo que eu encontrei no Youtube! A menina tem uma voz linda, doce. E... Que gosto musical hein?! Amei e resolvi divulgar aqui no meu cantinho.
Eu admiro quem sabe tocar um instrumento e cantar. É um talento que eu definitivamente não possuo. A única coisa que eu sei tocar é campainha...
E que música linda né?! Vinícius tinha o dom de escrever tudo aquilo que a gente poderia querer dizer ao nosso "mais que tudo". Por isso, faço minhas as palavras de Vinícius e hoje vou deixar ele falar por mim o que eu não tive coragem de dizer.
Eu não existo sem você (Vinícius de Moraes)
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor, não tenha medo de sofrer
Pois todos os caminhos me encaminham prá você
Assim como o oceano só é belo com o luar
Assim como a canção só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem só acontece se chover
Assim como o poeta só é grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor não é viver
Não há você sem mim e eu não existo sem você
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Aceitei o desafio
Bom, mas eu fui convidada pelo meu amigo de Blog, o Punk76 (http://contradimentos.blogspot.com/) para realizar o "Desafio dos 7". Ou seja, dizer 7 coisas que eu detesto nos homens e 7 coisas que eu detesto em mim. Eu acho mais fácil falar do que eu gosto do que do que eu não gosto. Mas aceitei o desafio e aqui está o resultado:
Eu odeio homens:
1) Sem educação: Essa é a primeira e a mais essencial. Homem sem educação comigo não tem vez. Educação em todos os sentidos. Saber estar à mesa, dizer "obrigado", "por favor" e "desculpa". Pequenas coisas que para mim têm toda a importância do mundo. Fujo de homem mal-educado a sete pés.
2) Que beijem mal: Para mim beijo tem muita importância. Muita importância mesmo! Eu sou daquelas que acredita que o beijo é o termómetro da relação. Se analisada por Freud, ele diria que eu não saí da fase oral (sem risadas maldosas, ok?). Admito, adoro um bom beijo. E... Cá entre nós... Se o cara beija mal, nem quero imaginar como ele f***...
3) Sem ideias, sem opiniões, sem conversa: Eu falo muito. Preciso de alguém do meu lado que acompanhe o ritmo. Eu gosto de conversa, não de monólogo. Por isso homem para mim tem que saber conversar. Tem que ter um papo agradável. Não precisa concordar com tudo o que eu digo, mas tem que saber conversar. Costumo dizer que sou uma mulher fácil de ser levada na conversa (he he he). Bom papo é essencial.
4) Sem senso de humor: Eu adoro jogar conversa fora, falar bobagem, falar por falar. Amo rir e fazer os outros rirem. Se eu estiver "nos meus dias" é impossível estar do meu lado sem rir. Gosto de ser feliz. Sou irônica, uso uma boa dose de sarcasmo e falo coisas completamente absurdas. Tenho horror a homem que se ofende por tudo, que não aceita uma brincadeira, que não sabe rir de si próprio. Coisas ruins acontecem, o que muda é a forma como você as encara. Eu prefiro encarar com humor. E rir muito, rir sempre.
5) Que façam tipo: Não interessa qual o tipo que eles façam. Não gosto de gente que "faz gênero". que tenta ser o que não é. Porque sempre cai o pano. E o pseudo-intelectual revela-se pagodeiro (sem ofensa, eu até gosto de pagode), o moralista mostra-se cachorro. Ninguém consegue fingir o tempo todo. Eu gosto de homens espontâneos. Aqueles que se mostram a cara, que assumem os gostos e não forçam ser quem não são.
6) Cafajestes: Ah, tem mulheres que adoram um tipinho com cara de safado, jeito malandro, ar de "macho latino". Eu não. Isso não me atrai minimamente. Eu gosto de homens que tenham aquela carinha de certinhos, de "bom-moço". Sei lá, deve ser porque eu sou meio rebelde e procuro alguém que não seja tão "furacão" como eu. Alguém para contrabalançar o meu jeito doido de ser.
7) Com as seguintes características físicas:
- Peitinho: não adianta, não gosto de peitinho. Todo mundo tem as suas manias e a minha é essa. Não gostar de peitinho.
- Cabelo comprido: Homem certinho e cabelo comprido não combina né? Mas em compensação amo homens tatuados e sei que também não combina com o "certinho". Sou contraditória mesmo!
- Pêlos no ouvido e no nariz: precisa comentar??!!
E o que eu mais detesto em mim?
1) Ser tão transparente: Eu sou transparente demais. E, pasmem, eu fico corada por qualquer coisa! Eu não consigo fingir sentimentos. Meus olhos entregam sempre. Se eu estiver triste passo o dia ouvindo: "mas que cara é essa?", "aconteceu alguma coisa?"... É chato. Não consigo dissimular nada...
2) A minha impulsividade: Ai como eu gostaria de ser uma pessoa calma e ponderada. Mas não... Eu costumo agir sem pensar, falar sem medir as consequências... E, quando eu vou ver, já falei, já fiz...
3) O meu jeito desastrado: Tem homem que acha uma gracinha, mas experimenta ser desastrada no dia a dia para ver a gracinha que é! Eu digo, não tem graça nenhuma derrubar tudo à minha passagem, deixar tudo cair, esbarrar nas coisas... Eu tou sempre cheia de manchas roxas de tanto que eu bato em tudo.
4) A minha ansiedade: Impulsiva e ansiosa. Que combinação perfeita! Junte a isso o meu excesso de curiosidade e tem um coquetel explosivo. Eu sou daquelas que rói unha, perde o sono, não aguenta esperar. Tenho que aprender a ser mais calma, e que nem tudo pode ser como eu quero.
5) A mania de fingir de forte: Estou trabalhando nisso, de parar de fingir que nada me afeta. Essa minha mania é facilmente confundida com frieza. Medo de mostrar que eu erro e que sou frágil. Acabo me fechando e dizendo sempre que está tudo bem. Afasto as pessoas sem querer.
6) Ser de lua: Eu sou de lua. Altamente inconstante. Hoje quero uma coisa, amanhã já não é bem assim. Vivo o presente. Amanhã o presente é outro. Não adianta, não sou uma pessoa serena, daquelas que você já sabe o que esperar. Eu sou imprevisível até para mim mesma.
7) O meu mau humor matinal: Não consigo acordar esplendorosa achando o dia lindo. Pelo menos de segunda a sexta. Acordo e liberto uma série de palavrões enquanto procuro o despertador. É sério. Não falem comigo até eu estar completamente na posse dos meus cinco sentidos.
Huummmm.... Espero ter estado a altura!
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Pode chamar do que quiser
- ... não....
- Comigo é a mesma coisa. Não interessa o nome que a gente dê. Namoro, rolo, paquera, curtição... O sentimento continua o mesmo. Pode chamar do que quiser... O nome não importa porque eu sei o que eu sinto por você.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
De-ex-encontros
E veio o tempo.
Mudaram os empregos. Transformaram-se as relações. Só um ponto em comum: a separação. E saímos magoados. Feridas de guerra. Ninguém sai incólume de um relacionamento.
Mudamos de casa, mudamos de hábitos e de sonhos. Mudamos de sentimentos. Mudamos. Perdemos bens na famosa "divisão". Perdemo-nos na divisão de bens.
E encontramo-nos. O reencontro numa nova realidade. Procurávamos coisas diferentes. Sempre fomos diferentes. Tínhamos tudo para dar certo. E deu tudo tão certo... Mas tivemos medo. De repetir os erros, de tropeçar na mesma pedra. Erramos por medo de errar.
E perdemo-nos...
Até uma próxima vida meu amor...
Afinal eu sou careta
Não me contive. Arregalei os olhos e soltei um: “mas isso é um tatuador ou um carrasco?”. Ela olhou surpreendida para mim sem entender bem o porquê da minha exclamação e eu continuei.
- Você já viu bem os serviços que ele presta?
- Não... Só fui lá pela tatuagem mesmo.
- Então olha bem!
E começamos as duas a analisar o cartãzinho do tatuador.
- Tatuagens: Ok, o básico.
- Cover Ups: Imagino que seja daquelas tatuagens para encobrir outras. Utilizada normalmente quando você quer disfarçar o nome do seu ex-“mais que tudo”. Normalíssimo.
- Piercings: Também usual nos dias de hoje.
A partir daqui começa o circo de aberrações:
- Transdermal: Que raios é isso? Dermal vem de “derme”, que quer dizer pele. Alguma coisa através da pele?! Hummm...
- Scarification: Scar = cicatriz. Mas, como assim?! Ele faz cicatrizes?! Você chega lá e pede uma cicatriz?! Já tou imaginando entrar na loja e pedir ao tatuador para fazer uma cicatriz no joelho. Assim para fingir que caí de skate e sou muito radical...
- Branding: “Brand” acho que quer dizer marca. Essa também é estranha. Você tatua uma marca de alguma coisa? Tipo “coca-cola”, ou “Nike – just do it”? Não entendi...
E agora fica mesmo hard core:
- Pocketing: Tanto quanto eu sei “pocket” quer dizer bolso. ... ... ... Mas... Eles fazem um bolso em você? Na tua pele? Assim, do tipo para guardar moedinhas?
- Stapling: Staple é “grampo”. Você chega lá para ser grampeado??!! Eu tenho grampeador aqui em casa, aposto que sai mais barato. Faço até promoção! Uma vez eu grampeei o dedo sem querer. Será que conta como experiência profissional?
- Scalpelled: Não faço a minima ideia do que raios seja isso. Lembra-me os índios americanos que tiravam o escalpe. Se bem que eu nunca soube o que era um escalpe... Mas imagino que não seja bom porque eles faziam isso aos inimigos e guardavam como troféu.
- Big Nostrils: Fui ao dicionário e descobri que “nostrils” quer dizer narinas. Narinas grandes?! Tem gente que já nasce com isso... Será que tem malucos que nascem com um nariz delicado e pouco másculo e querem aumentar as narinas? Esquisito...
- Surface Bar Piercing: Não consigo conceber o que isso seja. Alguma espécie de piercing talvez? Bom, mas vendo pelo nível do resto não deve ser coisa boa...
Mas o mais macabro de todos foi:
- Blood Play: Gente, o que é isso?? Fui na internet e só encontrei coisas sinistras... Até fiquei assustada! Já fiquei imaginando grandes rituais vudu. Credo!
Nem pensar que eu vou lá fazer uma tatuagem inocente de florzinha!!! Tá doido!!!
Depois desta incursão pelo mundo satânico das artes corporais me senti a própria avózinha. Aquela que o neto chega em casa e diz assim:
- Vó, olha o meu surface bar piercing!!!
- O teu quê Juninho??
- Ô vó, não é Juninho. É Jota-Mau.
- Cruzes!!! Isso é coisa do demo! Vai já tirar isso! No meu tempo gente desocupada assim escrevia em blogs em vez de se furar todo!
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Infinito enquanto durou
Eu acho que às vezes poderia me definir por poesias.
Eu acredito, tal como Drummond, que amor é estado de graça e com amor não se paga. E sou capaz de dizer simplesmente que eu te amo porque te amo. E não consigo conceber outro tipo de amor que não seja de graça. Foi Drummond que me ensinou a amar assim.
Tal como Quintana, só peço que por favor, não me analise. Meu amor é por inteiro, não pode ser visto num microscópio. Não dá para dissecar. Eu só quero alguém que me envolva todo em seus braços. E eu serei o perfeito amor.
E, contrariando Jonh Lennon, acredito que o sonho acabou. Pelo menos o meu. Vinícius é que sabe. Pois nunca pode ser imortal, posto que é chama. E eu vivi o meu momento de infinito enquanto dure.
Durou pouco, e foi infinito, intenso, eterno. Mas, como chama, apagou. Um balde de água fria. Um autêntico toque de recolher.
Cortei minhas asas, voltei a pôr os pés bem firmes no chão. De onde nunca deviam ter saído. Tirei as lentes cor de rosa e o passarinho verde fugiu. Acabaram os suspiros e os olhares perdidos. A paixão subiu no telhado. Agora não tenho tempo para isso. Estou ocupada. Tenho que juntar os caquinhos do meu coração partido.
Eu errei. Amei sem pedir nada em troca. Sem querer casar, sem querer morar junto, sem pensar nos nomes dos filhos. Amei agora, amei ontem. Amei amando, sendo feliz um dia após o outro. Sem cobrança, sem ciúme. Só assim... Achei que era certo. Afinal não era.
Ele disse que não queria me amar. Eu aceitei. Não devia ter feito isso. Devia ter exigido um pacto de sangue que nos unisse pela eternidade. Mas... não achei necessário. Quis consolidar o sentimento aos poucos. Quis construir, em vez de apresentar um projecto terminado. A verdade é que eu só consigo viver hoje.
Até o Herbert Vianna entendeu que o meu erro foi crer que estar ao seu lado bastaria. Não bastou.
Eu quis transformar o amor num verbo: Eu amo, tu amas, nós amamos. Ele preferiu uma equação. Eu nunca cheguei a descobrir o "X" da questão. Eu nunca fui boa em matemática mesmo...
Agora... E agora José?
Ah gente... Quero colo... Tragam-me um balde de sorvete de chocolate e comédias românticas. É urgente!
E fez-se luz!
Pude finalmente estrear minhas colunas de som que ganhei do meu padrasto. Espetáculo!!! Minha casinha está parecendo uma pequena discoteca! É assim que a gente aprende a dar valor às pequenas coisas que tem como garantidas no dia-a-dia.
Durante o fim de semana ainda pensei em cozinhar. Fazer um jantar para "ele". Mas... Meu fogão é elétrico e nem com muita força de vontade eu iria conseguir fazer o que quer que fosse.
Como é de conhecimento público eu não sou um ás na arte da culinária. Eu sempre imaginei que, morando sozinha, iria morrer por falta de vitaminas. Mas, como vaso ruim não quebra, cá estou eu. Forte e roliça como sempre (ênfase no roliça). Eu já moro sozinha há 1 mês e meio. Aproximadamente 45 dias. Neste tempo cozinhei 6 vezes. Três vezes para impressionar uns gatinhos (embora só duas vezes tenham valido a pena), duas vezes para minha amiga Q. e uma para M., meu amigão (que me fez jurar que nunca mais o tentaria envenenar com as minhas comidinhas...).
Destas 6 vezes, em quatro delas eu fiz o meu prato preferido: massa com atum e molho de tudo que tiver na geladeira e polpa de tomate. Especialidade da casa. Todo mundo que vem aqui pela primeira vez prova essa meleca. Uma vez fiz linguiça na chapa com batata frita Ruffles e uma vez massa semi-pronta de pacote.
Durante as experiências culinárias me cortei uma vez com a lata do atum, me queimei duas vezes e por outras duas vezes deixei grande parte do molho derramar no fogão.
E à medida que vou tendo mais confiança com as pessoas que frequentam o meu "home sweet home" o cardápio vai decaindo. Quem me visita pela primeira vez ouve sempre: "você gosta de massa?". E lá tem que encarar o "macarrão com tudo".
Na segunda visita a bola da vez é: "eu faço alguma coisa grelhada na chapa".
A partir da teceira vez cai o pano da minha culinária. As frases que se sucedem são:
- Traz um frango assado que eu tenho farofa pronta;
- A gente pede uma pizza;
- Eu compro um pão e a gente come uns hamburgueres;
- Tenho aqui daquelas lasanhas que é só botar no microondas.
Até que chega ao ponto em que eu digo:
-E por quê a gente não janta fora?
Ah, gente... Já decidi! Não sou do tipo de mulher que agarra o homem pelo estômago... E não quero mais ter trabalho tentando explicar para a polícia que eu não queria envenar ninguém... Foi só qu eu fiquei na conversa enquanto punha sal na comida... Mas já foram retiradas todas as queixas de tentativa de homicídio contra mim.
Pode ser que um dia eu arrume um namorado modelo-anoréxico que só come uma vez a cada seis meses... Aposto que ele vai dar valor à minha comida!!!