terça-feira, 16 de setembro de 2008

WTF?!?!

Enquanto isso no meu orkut...

Sorte de hoje: Hoje você vai ver um biscoito da sorte que nunca viu antes


Alguém me explica que porcaria de sorte é essa??? Porque é assim: biscoito diferente tudo bem, mas não me inventem de queimar a rosquinha, tsá?!

sábado, 13 de setembro de 2008

Assim dói...

Outro dia eu descobri (literalmente) na pele o significado de uma contratura muscular.

Para quem nunca teve esse prazer, eu explico o que é. Para começar trata-se de uma lesão. Quer dizer que o músculo contraiu tanto que agora não relaxa. Aí, fica pressionando o tendão. Por outras palavras: dói pra caraleo!!!

Resultado: estou tomando relaxante muscular para as dores, suplemento de magnésio para evitar caimbras e pomadinha para as manchas roxas no corpo.

Nem precisa dizer que isso é resultado do jiu jitsu, não é? Merda! Eu devia ter aprendido a bordar...

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Happy B-Day to... Who?

Há uns tempos atrás eu tive uma conversa com alguém que começou assim:

- Que dia você faz aniversário?
- 11 de Setembro.
- Olha, eu sou péssima para lembrar datas, mas acho que esse dia é meio difícil esquecer...

E é verdade, eu não esqueci o dia. Mas... Vocês acreditam que eu já não faço a mínima ideia de quem foi que teve essa conversa comigo?

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Dois pecados num post só

Hoje vou fazer uma confissão: eu morro de inveja das pessoas que correm na praia e praticam esportes ao ar livre. Sério!

É porque no fundo eu acho o máximo essa gente que tem auto-disciplina suficiente para se obrigar a praticar exercício. Eu não sou nada assim. Antes de me inscrever no jiu jitsu eu comprei uns patins em linha, para ir andar na ciclovia. Nas duas primeiras semanas foi divertido. Até levei os meus irmãos e tudo. Mas foi só fogo de palha.

Cheguei a pegar uma bicicleta ergométrica emprestada da minha mãe. Essa bicicleta tinha virado cabide na casa dela e, em semana e meia, também virou cabide aqui.

Não adianta, eu não consigo ter força de vontade para manter o ritmo de exercício sem ninguém mandando em mim. Por isso eu tenho que fazer um esporte de grupo. E mesmo no jiu jitsu eu enrolo pra caramba. Se é segunda-feira eu reclamo que o professor tem que pegar leve porque ainda tenho uma semana inteira de trabalho pela frente. Na quarta, eu reclamo que é meio da semana e dá preguiça. Já na sexta a desculpa para a "embromation" é que eu tenho cansaço acumulado.

Outro dia eu dei a desculpa mais esfarrapada do mundo para não fazer flexões:

- Ah, Kiko... É que peito é gordura e, se flexão acaba com a gordura no peito, eu que já não tenho muito vou ficar sem nada!!!

Como o professor viu que eu sou um caso perdido no que toca às desculpas, ele adoptou uma estratégia diferente. Resolveu criar o ódio da turma contra o meu ser pachorrento. Agora, por cada flexão que eu não fizer, o pessoal tem que fazer mais 10.

Acho que não vou fazer muitos amigos desse jeito...

domingo, 7 de setembro de 2008

Boa viagem

J.,

Você não quis que eu te acompanhasse nessa viagem. Mas você é distraído e se desorienta com facilidade. Por isso, se você se perder nessa floresta de gente, que a gente chama de cidade grande, eu prometo que vou te procurar.

A não ser que você não queira. Você continua gostando de se perder por aí, não é? Mas se não for para ir atrás de você, então avisa. Deixa de jogar migalhas pelo caminho. Porque, se eu não tiver um trilho para seguir, eu posso parar de procurar. Se eu não enxergar os pedacinhos de pão pela estrada, eu posso me enganar fingindo que foram os passarinhos que comeram tudo e... Oh, que azar!... Te perdi para sempre. E que foi tudo culpa do acaso. Mesmo tendo a certeza de que você não quis ser encontrado e que as migalhas não foram deixadas de propósito. Prometo fingir que não sei que você se perdeu de mim porque não quis mais que eu te procurasse.

Porque eu ia te encontrar de qualquer jeito. Eu sei para onde você vai. Sei também que no caminho tem uma casinha feita de doces onde você vai parar. Eu te conheço tão bem que sei que você não vai resistir à tentação. E sabe, me disseram que lá tem uma bruxa e eu sei que vou querer te poupar do perigo. Eu me conheço o suficiente para saber que vou ficar mordendo o travesseiro e me segurando para não gritar: “Não entra aí, é perigoso!”. Afinal você sempre contou com a minha mão para te guiar no meio da multidão.

Mas dessa vez você quis seguir sozinho. Pode ser que assim você escreva uma nova história.

Boa viagem,
M.


"Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim?"
Chico Buarque

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Boca fechada não entra mosca

Eu sou o tipo de pessoa que, quando vê a vida calma e tranquila, resolve dar um tiro no pé para animar as coisas.

Sim, porque eu quis ser "proactiva" e inventei um procedimento no escritório para evitar um erro que vinha acontecendo com alguma frequência. Meu chefe achou uma belezura. Ficou todo contente. E, quando ele fica feliz, me dá um aumento... de trabalho!

É, porque ele disse que agora eu tenho que preparar uma comunicação para os clientes informando do novo procedimento. Ah, e tenho que responder às dúvidas sobre a porcaria do tal procedimento. Mais: ainda tenho que dar formação sobre essa merda de procedimento que eu inventei. E o melhor, e tenho que dar essa formação nos escritórios de Lisboa e do Porto.

Mifu!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Rapidinha da Sangria

Existe frase mais sábia do que aquela "In vino veritas"? Para quem não sabe latim, quer dizer que a verdade está no vinho. Mas também é extensível para a Tequila, Caipirinha e Vodka. Porque um belo dia, na hora do almoço, você se pega bebendo sangria com os colegas e ouve a seguinte pérola:

Sabe que eu detesto aquele barulho de barriga se estapeando na hora do sexo?! É porque parece que tem mais alguém assistindo e, como está gostando, até bate palmas!!!

Nem vou contar quem fui que falei isso.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Músicas para que te quero

Vocês sabem se breguice é coisa que se pega? É porque eu não sei se foi de encontrar Joelma e Chimbinha no shopping, mas a verdade é que nos dois últimos dias tem uma música que não sai da minha cabeça. Eu vou botar aqui o refrão e vocês cantam comigo, tá?

Na sua boca eu viro fruta, chupa que é de uva,
Chupa, chupa, chupa que é de uva!


Gente, isso não é música, é encosto!!! Para me redimir com os meus queridos leitores vou deixar aqui uma boa dica musical (e juro que não estou brincando!).

Existe uma série de CDs que se chama “The NYC Series” que reúne músicas conhecidas de vários artistas, repaginadas em ritmo de Jazz e Bossa Nova. Todos são bons, mas o meu preferido é o “Jazz and 80’s vol II”. Esse CD tem clássicos como “Billie Jean” e “Material Girl” em versão Jazz. E para mim, a melhor música é essa aqui:



Na boa, isso combina com vinho, luz de velas e um bofescândalo clássico, daquele tipo que usa camisa social e calça bege.

Aí, empolgada por essas versões, eu resolvi fazer a minha própria versão de uma música dos Pink Floyd. É que eu descobri que tem um famoso poema cujo ritmo encaixa perfeitamente naquele clássico “Another Brick in the Wall”. Como eu não sei cantar nem tocar nenhum instrumento musical não deu para botar aqui a minha versão. Por isso vou ter mesmo apelar para a imaginação de vocês. Portanto, está aqui embaixo o vídeo para pegar o ritmo e depois a letra, para encaixar e cantar junto:



Batatinha quando nasce...
Se esparrama pelo chão.
Meu amor quando se deita...
Põe a mão no coração.

Hey menina!! Mão no coração!

Afinal é só mais... uma batata no chão...


Estou procurando uma banda para gravar essa versão. Alguém se habilita?

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Volta pro mar, oferenda!

Eu estava entrando no shopping e dei de cara com um casal super brega e tive aquela sensação de "deja vu". Tinha a certeza que eu conhecia aquele mau gosto de algum lugar.

Foi aí que eu lembrei:

- Calypsoooooooooooooooooooo!!!!!



Sucesso no Pará. no Pará!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Judia de mim!

É definitivo. Durante os últimos três dias fui tão mimada que, de hoje em diante, qualquer futuro namorado vai ter que se esforçar muito para me agradar. Porque estava eu aqui achando que o cavalheirismo tinha sumido da face da terra e foi preciso vir um cara de Israel para me mostrar o contrário.

Gente, ele chegou no sábado e me trouxe flores! FLO-RES!!! Não, e não foram rosas vermelhas, tipo clichê. Ele trouxe uns lírios cor de rosa num arranjo lindo. Depois me deu uns incensos de alfazema super cheirosos, directamente vindos de Israel. IN-CEN-SOS!!!

Mas até aí tudo bem. Ele estava hospedado na minha casa de graça, normal que mostrasse alguma gratidão através de presentinhos fofos. Mas daí a acordar mais cedo para ir à padaria comprar café da manhã para nós dois... E hoje não só trouxe o café da manhã como comprou uma mousse de chocolate para eu levar para o trabalho e comer de sobremesa. Porque ele queria que eu tivesse uma segunda-feira doce... Pode uma coisa dessas?!

E por falar em doce, todos os dias ele chegou aqui com um docinho pra mim. Ainda bem que ele vai embora amanhã, porque senão em um mês nem com todo o jiu jitsu do mundo eu ia caber dentro das minhas calças jeans.

Como se não bastasse isso tudo, ele viu que eu adorei os incensos e comprou mais numa lojinha em Lisboa. E comprou umas velas com cheirinho de morango também. Mas o melhor mesmo foi ele trazer uma cenourinha para Estrela Regina, com um lacinho vermelho em volta. Óun!

E eu poderia ficar hooooras falando de todos os assuntos que nós conversamos. Perguntei sobre o dia-a-dia em Tel Aviv, costumes judaicos, o medo de ataques terroristas, o ressentimento em relação ao Holocausto e tudo aquilo que a gente vê nas notícias ou ouve falar sobre o povo de Israel. Satisfiz toda a minha curiosidade sobre os judeus, sobre o conflito com os árabes e a relação com os cristãos. Ele respondeu com a maior paciência, sinceridade e sem qualquer tabu.

Sério pessoal, estou a dois passos de me converter e sair cantando Naguila Hava pelas ruas de Jerusalém.


Mazel Tov!