segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Foi assim que eu virei "gente grande"

- Mas mãe... Eu quero!
- Não! Já disse que não vai comer chiclete antes do jantar!
- Quando eu for grande eu vou comer chiclete quando eu quiser!!!

E a minha mãe simplesmente sorriu. Da mesma forma que a minha avó lhe terá sorrido e da mesma forma como eu irei sorrir para os meus filhos. Aquele sorriso de quem sabe que crescer não é só comer chiclete quando quiser. Crescer é comprar o chiclete. É trabalhar para ter dinheiro para comprar o chiclete. E mais! É escolher entre o chiclete e a conta da luz.

Mas mesmo assim ela sorriu. Me deixou continuar sendo criança e acreditando que a felicidade estaria apenas a um "Bubaloo" de distância.

E eu aprendi tudo. No tempo certo. Foi assim que eu virei "gente grande".

7 comentários:

Lila Rose disse...

Oi, Ana! As crianças são sempre imediatistas e, por isso, espontâneas, né?

Crescer é tão doloroso...rs

Bisous!

Thiago disse...

Muito bom o texto, adorei o blog, acho q vou ficar vindo sempre pra da uma refletida bacana, parabens viu

chiara disse...

OOOOI ..
super meigo seu blog !!
amei .. vi ele no orkut
bjokas ..
styleofgirls.zip.net

†Junior Hetfield† disse...

Olá Ana! Vi seu blog no orkut,to comentando ^^
Po,dei um pouco de risada lendo,mas achei super legal,afinal faz a gente refletir de um modo ou de outro :P
Espero que vc consiga comprar o chiclé e paga a conta de luz um dia,hehe!
T+

MaxReinert disse...

... o pior não é comprar o chiclete e pagar a aluz.... é entender que o ciclete pode ser melhor depois da refeição.. por "n" motivos e que "mamãe" estava certa!!!

hummmpfff... detesto quando eles estavam certos!!!!

hihihihihihihihihihhihihi

Leon K. Nunes disse...

Oh, essas crianças exigentes... eu, como moleque preguiçoso e entediado que era, apenas dizia para minha mãe que no futuro não haveria nada, nem a voz dela, nem a luz do sol, nem o tocar do telefone, a me incomodar.

Assim é.. naturalmente, há suas desvantagens... fico pulando de subemprego em subemprego, do modo que couber nas minhas horas de sono e de faculdade. Acho que nunca deixei de lado aquele velho imediatismo de criança.

Se eu fosse sua mãe, daria um chiclete. É muito mais fácil perder o interesse nele comendo-o do que à maneira inversa...

Até mais ver :o)

TucHHê disse...

caramba Ana muito massa heim... hehe pode ter CTZ que foi assim que varios viraram gente grande hehe "mas mãe eu quero chiclete"